Pela 1ª vez, cientistas captam morte de estrela gigantesca

Pela primeira vez, cientistas tiveram a confirmação direta de que uma estrela Wolf-Rayet – localizada a 360 milhões de anos-luz da constelação de Bootes – morreu em uma supernova tipo II. A informação é do portal phys.org.

Pesquisadores do Instituto de Ciência Weizmann conduzido pelo astrofísico do departamento de partículas físicas e astrofísica, Avishay Gal-Yam, capturaram a supernova SN 2013cu apenas algumas horas antes de sua explosão. Eles usaram telescópios para observar o evento por aproximadamente 20 horas. Essas observações proporcionam novas descobertas sobre a vida e a morte das estrelas Wolf-Rayet.

“Elas (observações) nos possibilitam estudar as estrelas que se explodem de maneiras que nunca nem sonhamos. Estamos nos aproximando de fazer estudos em tempo real de supernovas”, disse Gal-Yam.

“Pela primeira vez podemos dizer que esse a estrela Wolf-Rayet dá origem a esse tipo de supernova tipo II”, complementa Peter Nugent, que comanda o Berkeley Lab’s Computational Cosmology Center.

“Quando eu identifiquei o primeiro exemplo de supernova tirpo II em 1987, eu sonhei que algum dia nós teriamos evidência direta sobre o tipo de estrela que explode. É otimo dizer que  agora podemos dizer que as estrelas Wolf-Rayet são responsáveis, ao menos em alguns casos, disse Alex Fillippenko, professor de astronomia em Berkeley.

As estrelas Wolf-Rayet são os verdadeiros gigantes do espaço. Elas têm uma massa 20 vezes maior do que a do Sol e são pelo menos 5 vezes mais quentes.

Porque elas são relativamente raras, cientistas não sabem muito bem sobre como elas se formam, vivem e morrem, contudo uma pesquisa chamada Palomar Transient Factory (PTF), que usa recursos do National Energy Research Scientific Computing Center (NERSC) e Energy Sciences Network (ESnet), ambos localizados no Departamento de Energia do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley pode expor eventos cósmicos fugazes como supernovas.

As estrelas supernovas se tornam Wolf-Rayets na fase final de suas vidas. Cientistas acham essas estrelas interessantes porque elas enriquecem as galáxias com elementos químicos pesados. “Estamos gradualmente determinando que tipo de estrelas explodem, por que, e que tipo de elementos elas produzem”, disse Filippenko.

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