“Torço para que seja uma nova Brawn”, admite Massa

Um misto de otimismo e cautela marcou a primeira coletiva de imprensa de Felipe Massa em Melbourne, na Austrália, onde o piloto se prepara para estrear pela Williams na abertura da temporada 2014 da Fórmula 1.

Depois de ser o mais rápido dos testes de pré-temporada, o brasileiro revelou a esperança de ter em mãos um carro como a Brawn de 2009, equipe que foi da quase falência ao título após uma grande revolução nas regras, assim como acontece neste ano. Mas pediu que a torcida mantenha as expectativas sob controle.

“A chance de talvez não ser o que muita gente acha existe”, reconheceu ao TotalRace. “Temos de manter os pés nos chão. Rezo para que seja uma nova Brawn, para falar a verdade. Mas é cedo. Na minha opinião, a Mercedes é a equipe principal. Se depois é a gente ou outra equipe, eu não sei. Estamos bem, sentimos um carro competitivo nos testes e isso é claro. O quanto teremos a resposta neste final de semana. O importante é usar minha experiência de tempos bons e ruins”, salientou o brasileiro.

“Tenho todos os motivos para estar otimista, lógico. Acho que, independentemente do carro, da equipe e de você mesmo estarem 100%, você sempre deve estar otimista para começar uma temporada. Mas acho que toda a mudança que eu estou tendo – regulamento, equipe – me dá ainda mais motivo para estar otimista, feliz e concentrado para começar o campeonato. Também tem um motivo extra, por termos sido competitivos nos testes e termos quebrado muito menos que outros carros.”

Mesmo apontando a Mercedes como favorita, Massa não esconde a felicidade de ter um carro competitivo em mãos. Afinal, o brasileiro, após a dispensa na Ferrari ano passado, optou pela equipe que foi a nona colocada no mundial do ano passado. Apenas 11 times disputam o campeonato.

“A sorte também conta para ter uma mudança que acaba saindo melhor do que você esperava. É claro que eu analisei muito. Tentei entender o que estava acontecendo para o futuro. Participei com a equipe que eu estava o que iria mudar no carro, ouvi pessoas com experiência para entender o que estava acontecendo em termos de motor e das equipes também. A análise foi fundamental. Você só sabe se o carro é rápido quando anda junto com os outros. Se eu tive sorte ou não, vamos ver nas corridas, que é quando conta.”

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