Curiosidade do Dia

Você sabe a diferença entre camelos e dromedários?

 

Não confunda os dois. Apesar de ambos terem duas corcundas (também chamadas de corcovas), no dromedário uma delas é tão pequena que quase não aparece.

Por isso, para ficar mais simples distingui-los, diz-se que o dromedário tem uma corcunda e o camelo, duas. O dromedário é dócil e a gente pode montar nele com facilidade.

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Um Time Show de Bola | Crítica

Juan José Campanella traz sua nostalgia para o futebol em animação

Marcelo Hessel – Omelete

Um Time Show de Bola

Um Time Show de Bola

Metegol
Argentina/Espanha , 2013 – 103 minutos
Animação / Esporte

Direção:
Juan José Campanella

Roteiro:
Juan José Campanella, Roberto Fontanarrosa, Gastón Gorali, Eduardo Sacheri

Regular

O cinema de nostalgia do diretor argentino Juan José Campanella  aceita prontamente o futebol como tema, porque boa parte do mundo da bola vive do memorialismo – o velho terrão e a bola de meia versus o profissionalismo dos craques cosmopolitas e seus megaempresários – da mesma forma que filmes como O Filho da Noiva e Clube da Lua, respostas de Campanella à crise financeira que tirou da Argentina a ilusão da bonança dos tempos do menemismo.

No início da animação Um Time Show de Bola (Metegol), parece que estamos num bairro tradicional de Buenos Aires parecido com o de O Filho da Noiva, em um daqueles cafés antigos com janela de vitrais na porta. Lá dentro há uma mesa de pebolim (ou totó, ou fla-flu…), cujo campeão inconteste é o jovem introvertido Amadeo. Anos depois de derrotar no jogo o garoto mais metido da vizinhança, Amadeo vê o rival retornar à cidade, agora como um astro mundial do futebol de campo determinado a destruir o café e a mesa de pebolim e construir no lugar um gigantesco estádio para uso próprio.

Não deixa de ser irônico ver o longa de Campanella, com sua posição contrária à mercantilização, estrear no Brasil em meio às polêmicas de superfaturamento das obras da Copa do Mundo, mas de qualquer forma Um Time Show de Bola é o tipo de história atemporal como toda peça de nostalgia: numa equipe os mercenários e oportunistas, na outra os defensores de tradições (de família, de cultura).

Se Amadeo, seu rival e os demais personagens humanos são pobremente desenvolvidos, em parte é porque têm dificuldade de fugir desses papéis que lhes reservaram. (E desenhar personagens com olhos gigantes para forçar na emotividade é um cacoete de animação dos mais baratos.) A grande graça do filme são os jogadores do pebolim, que ganham vida para ajudar Amadeo em sua aventura. Esses, sim, têm personalidade, embora algumas das piadas façam mais sentido para os argentinos do que para os brasileiros, como a do atacante “Sansão” que perde seu grande trunfo, a cabeleira.

Para usar um chavão de boleiro, os personagens-jogadores mostram ter entrosamento suficiente para carregar o filme, e Campanella filma as cenas de ação com a mesma virtuose, em planos sem cortes, que ele havia mostrado justamente na cena de futebol de seu O Segredo dos Seus Olhos. No mais, há sempre um charme muito particular nessas animações de aventureiros em miniatura – de Toy Story a Pequenos Guerreiros – e Um Time Show de Bola se esforça para se filiar a essa linhagem. Só não precisava pesar tanto a mão nos olhos gigantes…

Salada calórica e açúcar nos salgados: evite pegadinhas com dieta de avó

Com menos acesso à informação e pesquisas, as avós apostavam em alimentos naturais que, segundo Marcia Kedouk, são a chave para uma vida mais saudável Foto: Getty Images
Com menos acesso à informação e pesquisas, as avós apostavam em alimentos naturais que, segundo Marcia Kedouk, são a chave para uma vida mais saudável
Foto: Getty Images

Que as avós são muito mais mestres na arte de cozinhar do que muito chef renomado, ninguém duvida. Mas um novo livro sugere que estas simpáticas senhorinhas também têm muito a nos ensinar quando o assunto é nutrição. Por trás daqueles grandiosos almoços de domingo e para além dos gostos e preferências, existe uma sabedoria comum à maioria delas: antigamente, o que era ‘hype’ era apostar nos alimentos naturais. Nada de molho de tomate pronto, lasanha congelada ou suco de caixinha – obviamente, a qualidade nutricional de tudo que é natural é infinitamente superior.

 

A constatação vem do livro Prato Sujo – Como a Indústria Manipula os Alimentos para Viciar Você, da Superinteressante (Editora Abril), da jornalista Marcia Kedouk. “Nunca tivemos tanta informação acessível sobre alimentação, e nunca comemos tão mal. A ideia era investigar qual era o problema dessa equação que não bate. Antes, com menos pesquisas e menos acesso, as pessoas comiam melhor”, observa. Para escrever o livro, Marcia se apoiou em estudos da área e em entrevistas com mais de 100 fontes brasileiras, da Europa e Estados Unidos, ao longo de um ano. Ela defende que, diferente das nossas avós, hoje em dia não comemos mais “comida” e, sim, “produtos alimentícios”. “Não sabemos mais qual é o gosto da comida de verdade”, pontua.

 

Compare a quantidade de sódio presente nas bebidas

 

A autora explica que o livro não se propõe a ser um guia de dieta ou emagrecimento. O objetivo é ampliar o conhecimento sobre os alimentos industrializados, para que as pessoas passem a fazer escolhas mais inteligentes. Com uma rotina cada vez mais agitada, poucas pessoas têm paciência, tempo, disciplina e motivação para descascar, cortar e preparar pratos e sucos naturais. O que está à mão é o que acaba indo para o estômago: suco de caixinha, bolachas, barrinhas – tudo vira opção quando bate aquela fome no meio do dia. Neste cenário, a consciência alimentar vira sinônimo de qualidade de vida.

 

Livro mostra como os produtos industrializados acabam padronizando o paladar e estimulando o cérebro a ingerir mais sal e açúcar do que o necessário  Foto: Divulgação
Livro mostra como os produtos industrializados acabam padronizando o paladar e estimulando o cérebro a ingerir mais sal e açúcar do que o necessário 
Foto: Divulgação

 

Dados
Quando o assunto é saúde, os dados levantados são realmente alarmantes. De acordo com a publicação, mais de 90% dos brasileiros não atingem as recomendações mínimas de ingestão de verduras, legumes e frutas. Além disso, o consumo de bolacha e gordura vegetal subiu 400% nos últimos anos.

 

A obesidade infantil, por sua vez, cresceu 550% no País desde os anos 1970; enquanto 56% dos bebês com menos de 12 meses tomam refrigerante e 8% das crianças já são diabéticas ou hipertensas.

 

Indústria em ação
Marcia explica que a indústria alimentícia vem trabalhando para monitorar o cérebro humano e entender, cada vez com mais profundidade, o que mais agrada ao paladar e às células nervosas. “Existem cientistas dentro de laboratórios estudando o sistema digestivo humano. Eles monitoram a absorção do alimento na língua, quanto tempo leva para atravessar o esôfago, o intestino, como chegam às células nervosas. Temos um ‘segundo cérebro’ no sistema digestivo, com células com receptores nervosos que mandam para o cérebro várias informações”, explica.

 

Segundo a autora, os estudos existentes hoje em dia são bastante sofisticados e investigam os produtos que liberam a maior quantidade de dopamina – definida por ela como a “substância chave do prazer na alimentação”. Com isso, fica fácil entender porque o corpo aprova, com facilidade, tudo o que é industrializado. Ela observa ainda que isso é reforçado pelo fato de que, na era moderna, a alimentação deixou de ser associada à sobrevivência e agora está ligada mais ao prazer. “Hoje nem temos mais tempo para sentir fome. Se estamos paradas no trânsito, compramos uma pipoquinha para passar o tempo”.

 

Sal no doce e açúcar no salgado
Já se sabe que o sal e o açúcar são alguns dos principais vilões da alimentação. O grande problema neste sentido, segundo Marcia, é como eles estão “escondidos” dentro dos produtos industrializados e acabam sendo ingeridos em grande quantidade. Ela explica que ambos são conservantes naturais. Além disso, enquanto o sal realça o sabor dos alimentos, o açúcar traz energia e, quando entra em contato com a língua, manda um comando para o cérebro que libera a dopamina.

 

A indústria também usa estes dois componentes para disfarçar o sabor dos outros produtos químicos que, por sua vez, têm gosto ruim e são utilizados para conservar o sabor dos alimentos, fazê-los durar mais e chegar o mais próximo do sabor real. “No refrigerante, se você tirar um pouco de sódio, não consegue beber. Ele fica com gosto metálico”. O exagero de consumo de produtos industrializados também acaba habituando o paladar e isso faz com que muitas pessoas se fechem para outros tipos de alimentos. “Os produtos industrializados padronizam o paladar de todo mundo. Então passamos a achar que ele é doce ou salgado, não temos mais paladar para o azedo, para o amargo”, analisa.

 

Cometer excessos desse jeito acaba sendo só mais uma consequência deste processo. Como o sal e o açúcar deixam os alimentos mais saborosos, levam as pessoas a comerem mais. “Se você come brócolis cru, você vai comer pouco. Mas se encher de sal, vai acabar comendo um monte”.

 

 

 

Treinando o paladar
Na busca por uma alimentação mais saudável, algumas pessoas acabam em um meio-termo – querem deixar de ser “junkies”, mas ainda não aceitam o sabor puro de uma folha de alface. E é aí que entra a “salada de mil calorias”, um dos tópicos abordados no livro. Antes de acrescentar itens como queijo ralado, croutons e nozes à salada, vale fazer as contas das caloiras para não acabar com um prato muito calórico e gorduroso (veja tabela abaixo).

A boa notícia é que o paladar é “altamente ensinável”, segundo a autora.  Tudo vai depender do hábito. “Se a sua família costuma colocar sal na salada, você vai achar horrível sentir o gosto da alface. Mas se passar a comer sem, vai se acostumar”. Pensar antes de levar qualquer coisa à boca também vale a pena, em nome de uma rotina alimentar com mais qualidade. “Obviamente, se as pessoas tiverem mais informação, podem evitar algumas coisas e acabar emagrecendo. Quer comer um nugget? Então saiba antes que ele é um conjunto de 35 componentes químicos e frango.”

Maior fabricante de caixões da Polônia lança calendário sexy

A fabricante polonesa de caixões Lindner divulgou imagens de seu calendário sexy 2014, usado para divulgar os produtos comercializados pela empresa.

Nas imagens, as modelos, algumas delas nuas, fazem poses sensuais com os caixões para ilustrar cada um dos meses do ano.

De acordo com o jornal “Daily Mail”, a Lindner é a maior fabricante de caixões da Polônia, confeccionando mais de 11 mil peças por mês.

A companhia vende o calendário por 30 libras (cerca de R$ 113), e afirmou que todo o dinheiro arrecadado será doado a instituições de caridade.

Empresa fez calendário sexy para promover venda de caixões (Foto: Divulgação/Lindner)
Empresa fez calendário sexy para promover venda de caixões (Foto: Divulgação/Lindner)
Modelo posaram ao lado de caixões em diversos cenários (Foto: Divulgação/Lindner)
Modelo posaram ao lado de caixões em diversos cenários (Foto: Divulgação/Lindner)
Companhia afirma ser a maior produtora de caixões da Polônia (Foto: Divulgação/Lindner)
Companhia afirma ser a maior produtora de caixões da Polônia (Foto: Divulgação/Lindner)
Dinheiro arrecadado com a venda dos calendários será revertido para instituições de caridade (Foto: Reprodução/Twitter/LindnerCalendar)
Dinheiro arrecadado com a venda dos calendários será revertido para instituições de caridade (Foto: Reprodução/Twitter/LindnerCalendar)

“Cometa do século” atinge proximidade máxima do Sol e pode ser destruído

Radiação do Sol fez com que cometa liberasse gás Foto: Trappist/E. Jehin/ESO / Divulgação
Radiação do Sol fez com que cometa liberasse gás
Foto: Trappist/E. Jehin/ESO / Divulgação

Astrônomos do mundo todo esperam com ansiedade para observar se um cometa vai sobreviver a sua aproximação máxima com o Sol, nesta quinta-feira. Seguindo sua trajetória orbitando a estrela, o cometa Ison vai ficar a cerca de 1,2 milhão de quilômetros do Sol às 16h37 (hora de Brasília) na tarde desta quinta-feira.

 

Os cientistas afirmam que, por ter potencial de grande brilho nesse momento, o Ison pode acabar se transformando no “cometa do século”, mas, por outro lado, o calor do Sol e o campo gravitacional do astro podem destruir o Ison. Tão perto da estrela, o Ison terá que enfrentar uma temperatura de mais de 2 mil graus celsius.

 

“É como atirar uma bola de neve no fogo. Será difícil sobreviver”, afirmou Tim O’Brien, professor associado do Observatório Jodrell Bank, na Grã-Bretanha. “Mas, por sorte, é um objeto grande e se move rapidamente, então não vai passar muito tempo perto do Sol”, acrescentou o professor.

 

Rastro brilhante
O cometa Ison veio da Nuvem de Oort, uma região gelada, misteriosa e remota nos limites do nosso Sistema Solar. O cometa vem avançando em direção ao Sol a mais de um milhão de quilômetros por hora e agora está entrando na fase mais perigosa de sua jornada.

 

“(O cometa) ficará exposto ao pior que o Sol tem para oferecer. Ficará exposto ao mais intenso calor solar, que vai começar a sublimar (transformar em vapor) o gelo a uma taxa crescente”, afirmou Marke Bailey, professor no Observatório Armagh, na Irlanda do Norte. Além do calor, o intenso campo gravitacional do Sol também produz uma força descomunal.

 

Os cientistas temem que o Ison tenha o mesmo destino do cometa Lovejoy, que se despedaçou depois de passar perto do Sol em 2011. Mas, os especialistas afirmam que o tamanho do Ison poderá protegê-lo. Os astrônomos estimam que o núcleo do Ison pode ter vários quilômetros de diâmetro, o que poderá ajudar o cometa a resistir à passagem pelo Sol.

 

Se o Ison permanecer intacto em sua maior parte, o calor do Sol vai agitar a poeira e o gás em seu centro, permitindo que ele deixe um rastro de grande brilho no céu. “Se ele sobreviver, a melhor chance de vê-lo será no começo de dezembro”, explicou Robert Massey, da Sociedade Real de Astronomia da Grã-Bretanha. Além disso, cientistas acreditam que as pessoas no Hemisfério Norte terão a melhor visão do fenômeno.

 

“Eu realmente duvido que ele será o tipo de objeto que apareça de uma forma espetacular no céu noturno de madrugada, pouco antes do amanhecer”, diz Massey. “É muito mais provável, sendo otimista, que ele seja visível, a olho nu ou com um binóculo, com sua cabeça e uma bela cauda.”

Brasileiros desenvolvem versão masculina do aplicativo Lulu

Com o slogan "sua vez de descobrir se ela é boa de cama", ferramenta fez barulho na internet Foto: Reprodução
Com o slogan “sua vez de descobrir se ela é boa de cama”, ferramenta fez barulho na internet
Foto: Reprodução

A chegada de um aplicativo que permitirá que os homens avaliem as amigas mulheres promete esquentar ainda mais a discussão no “Clube da Luluzinha”. Depois de todo o sucesso e de toda polêmica causada pelo app Lulu – que chegou ao Brasil na semana passada e permite apenas que meninas deem notas e opiniões anônimas sobre meninos -, um grupo fez barulho com a promessa da revanche: o Tubby, que deve ser lançado oficialmente em 4 de dezembro.

 

Não esperem por uma cópia do Lulu com fotos de mulheres. Nosso público é completamente diferente

Guilherme S. Criador do Tubby

 

Com o slogan “sua vez de descobrir se ela é boa de cama”, o site que anuncia o aplicativo já teve mais de 300 mil acessos em menos de 24 horas e causou polêmica pela primeira imagem divulgada do aplicativo, com hashtags muito mais picantes que as do concorrente Lulu. Muitas pessoas acusaram a ferramenta – que ainda nem foi lançada – de machismo.

 

“Hoje em dia tudo é julgado muito superficialmente. Nosso app vai sim ser considerado machista por uns, e por outros vai ser apenas diversão. Ele é um app para homens relatarem suas experiências apenas. Não o consideramos machista e nem queremos passar esta imagem”, afirmou ao Terra Guilherme S., um dos responsáveis pelo desenvolvimento da ferramenta.

 

O aplicativo Tubby – nome em inglês do personagem Bolinha – é desenvolvido por três pessoas, que não revelam seus nomes completos: Guilheme S., 21 anos, Rafael F., 22 anos e Lívia G., 32 anos. “A ideia surgiu quando percebemos que o público masculino iria gostar de um app que seja quase como uma conversa de mesa de bar”, disse Guilherme.

 

Grupo promete lançar o aplicativo em 4 de dezembro Foto: Reprodução
Grupo promete lançar o aplicativo em 4 de dezembro
Foto: Reprodução

 

Com o barulho gerado pelo site, muita gente desconfiou de que o app realmente esteja sendo feito. O grupo garante que está trabalhando para liberar a primeira versão já na próxima semana. O trio se divide: enquanto um cuida do desenvolvimento, outro é responsável pela direção de arte e usabilidade. No meio de tudo isso, a única menina do grupo ajuda a divulgar o trabalho.

 

O grupo não revela ainda como o app vai funcionar, nem se seguirá a mesma lógica do Lulu, que permite que apenas mulheres avaliem os homens usando suas informações de login do Facebook. No Lulu, os homens não têm acesso às avaliações que recebem, sempre anônimas. Essas avaliações são feitas a partir de questões de múltipla escolha sobre o senso de humor de um garoto, as boas maneiras, a ambição, o nível de comprometimento e a aparência. Elas também podem escolher entre uma lista de melhores e piores qualidades, como #FazRirAtéChorar ou #SafadoNaMedidaCerta.

 

Inspiração: no Lulu só elas brincam; no Tubby, só eles Foto: Reprodução
Inspiração: no Lulu só elas brincam; no Tubby, só eles
Foto: Reprodução

 

“Vamos disponibilizar maiores informações em nosso site em breve, mas não esperem por uma cópia do Lulu com fotos de mulheres. Nosso público é completamente diferente”, afirmou Guilherme.

 

O grupo também está ciente dos riscos legais que uma ferramenta desse tipo pode ter. O Lulu foi alvo nesta semana do primeiro processo no Brasil, e o grupo afirma que já conta uma assessoria jurídica. “Podemos ser processados a qualquer momento, por diversos motivos. Isso não significa que, de fato, fizemos algo de errado. Estamos fazendo nosso app do jeito mais seguro para o usuário”, diz.