Curiosidade do Dia

De onde e como é extraído o elemento químico mercúrio?

MercurioHG

Existe uma única mina no mundo da qual se extrai o mercúrio. De acordo com professor Joel Sígolo, da USP, ela fica na Espanha, na cidade de Almaden. Do local, extrai-se o mineral cinábrio (sulfeto de mercúrio), um composto químico de origem inorgânica, formado também pelo enxofre. Posteriormente, em processo siderúrgico, o enxofre é removido, e o mercúrio puro é obtido em sua forma natural (líquida).

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Star Wars: The Clone Wars é cancelada e a quinta temporada será a última

O diretor-geral Dave Filoni fala sobre a finalização da série e apresenta uma cena dos últimos episódios

Aline Diniz – Omelete
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Dave FiloniApós cinco temporadas, Star Wars: The Clone Wars  foi cancelada. Em um vídeo divulgado no canal de Star Wars, o diretor-geral Dave Filoni explica o porque do cancelamento e apresenta uma cena do que ainda está por vir na quinta e última temporada da série.

Filoni explica que, pelo fato de novos projetos – incluindo os novos capítulos da franquia cinematográfia de Star Wars – terem se iniciado, chega o momento de dar fim a outras produções. Leia abaixo a uma tradução livre do discurso do diretor:

Por causa dessas empolgantes mudanças e acontecimentos, outras coisas devem ser finalizadas. É isso o que faremos com Star Wars: The Clone Wars.

Eu sei que muitos de vocês mandaram cartas, emails e adorariam que o programa continuasse – eu adoro fazer a série, minha equipe é muito dedicada… Então mesmo que estejamos finalizando Star Wars: The Clone Wars, ela ainda não terminou. Na verdade, as melhores partes ainda vêm por aí.

Temos os mais empolgantes e importantes arcos vindo por aí. Mas o que pode faltar para se contar na história? Como fãs da série, vocês sabem que ainda existem brechas, momentos cruciais para a trama geral do universo Star Wars que precisamos contar para vocês. São os melhores episódios que a minha equipe se comprometeu a fazer. Na verdade, se vocês assistirem a este clipe, saberão de que momentos da história estou falando e vão querer saber mais.

Assista agora ao clipe:

Segundo comunicado divulgado no site oficial de Star Wars, não serão mais produzidos episódios inéditos para o Cartoon Network, que exibiu seu episódio inédito final em 2 de março nos EUA. Ainda segundo o site, mais informações sobre o que foi intitulado de “conteúdo bônus“, ou o restante da trama, será divulgado em breve.

Star Wars: The Clone Wars é exibida aos domingos no Cartoon Network estadunidense. O canal pago também exibe a série no Brasil.

Leia mais sobre Star Wars: The Clone Wars.

De obesidade a AVC: conheça oito efeitos colaterais por dormir pouco

Dormir pouco provoca mais chances do desenvolvimento de câncer na mama e em outros lugares. Dormir mais de sete horas diminui o risco
Foto: Getty Images

Os efeitos imediatos da falta de sono são óbvios: cansaço, dificuldade para se concentrar, lentidão e vontade de dormir. Um adulto precisa de cerca de sete a nove horas de sono por noite, de acordo com a Fundação Nacional do Sono, mas a maioria consegue ter apenas seis ou ainda menos de descanso noturno.  As informações são do Huffington Post. 

 

Uma hora não é uma grande diferença, mas já pode provocar alterações genéticas e risco grave à saúde. Problemas cardíacos e obesidade estão na lista das consequências. Veja a seguir oito efeitos colaterais de dormir mal:

 
Aumenta o risco de AVC: mesmo sem estar acima do peso ou ter histórico na família, o sono irregular pode aumentar o risco de acidente vascular cerebral. Adultos que dormem menos de seis horas por noite têm quatro vezes mais chances de ter derrame.

 

Obesidade: pouco sono pode estimular a vontade de comer alimentos gordurosos e em maiores quantidades. Menos de seis horas de descanso noturno causa alterações na produção de hormônios que equilibram o apetite.

 

Aumenta o risco de diabetes: dormir pouco aumenta a resistência das células do corpo à insulina, mesmo com dieta restrita a alimentos saudáveis, o nível de glicose ode subir.

 

Perda de memória: os dias em que você está mais cansado, provavelmente também está esquecido e se foco. Mas a privação do sono constante pode levar a danos cognitivos permanentes e deteriorações cerebrais.

 

Danos nos ossos: em testes feitos em ratos, a privação do sono contribuiu significativamente para a osteoporose. Dormir pouco impede que ocorra a reparação dos danos nos ossos.

 

Aumenta o risco de câncer: dormir pouco provoca mais chances do desenvolvimento de câncer na mama e em outros lugares. Dormir mais de sete horas diminui o risco.

 

Prejuízos ao coração: o estresse e a tensão gerados pela falta de sono podem induzir o organismo a ter reações químicas. Pesquisas mostram que dormir seis horas ou menos por noite aumenta em 48% as chances de desenvolver doenças no coração.

 

Morte: dormir pouco também diminui a expectativa de vida das pessoas. Pesquisas apontam que ter menos de seis horas de sono implica em morte precoce.

Ladrão tenta roubar sapato de salto alto para ir a show de drag queens

Sylas Schimiedel tentou convencer segurança que teria entrado na loja com um dos sapatos que estava experimentando (Foto: Divulgação)Sylas Schimiedel tentou convencer segurança que teria entrado na loja com um dos sapatos que estava experimentando (Foto: Divulgação)

Em uma loja de departamento em Edmond, no estado de Oklahoma (EUA), a polícia prendeu um jovem de 18 anos que entrou em um estabelecimento descalço e tentou deixar o local usando sapatos de salto alto sem pagar pela mercadoria.

Sylas Schimiedel, de 18 anos, foi a uma unidade da Target e se dirigiu ao departamento de calçados, pedindo para experimentar dois pares de sapato, de acordo com a emissora “Koco”, afiliada da ABC.

Após experimentar os calçados, o rapaz colocou um dos sapatos e se dirigiu ao banheiro, de onde saiu ainda com o salto alto, e tentou sair da loja afirmando que havia entrado na loja com o acessório.

Pego pelo segurança, o homem acabou preso e, na delegacia, contou aos policiais que pretendia ir a um show de drag queens e não tinha um salto alto disponível.

Para astronautas, maior desafio não é ir ao espaço, mas voltar

Não demorou para eu descobrir que o desafio para mim não era ser um operador indo à Lua. Era voltar e ser uma pessoa aqui na Terra, diz Buzz Aldrin Foto: Nasa / Divulgação
Não demorou para eu descobrir que o desafio para mim não era ser um operador indo à Lua. Era voltar e ser uma pessoa aqui na Terra, diz Buzz Aldrin
Foto: Nasa / Divulgação

Poucos seres humanos têm a possibilidade de deixar a Terra. A viagem ao espaço, seja para uma volta na Lua ou vivência na Estação Espacial Internacional, é o ápice da carreira dos astronautas. Alguns dedicam a vida inteira a esse objetivo. Mas muitos dos que realizam esse sonho descobrem que o retorno à Terra pode ser tão difícil quanto a partida.

 

Conheça alguns dos efeitos da gravidade zero sobre o corpo humano

 

Em entrevista coletiva em 2009, no Rio de Janeiro, Buzz Aldrin, o segundo homem a pisar na Lua, revelou: “Não demorou para eu descobrir que o desafio para mim não era ser um operador indo à Lua. Era voltar e ser uma pessoa aqui na Terra”. Quarenta anos antes, no dia 20 de julho de 1969, Aldrin desceu as escadas do módulo lunar e declarou: “Linda, linda. Desolação magnífica”. A frase inspirou o título de sua última autobiografia, “Desolação magnífica: a longa jornada da Lua para casa”, de 2009. Nela, Buzz descreve o grande vazio enfrentado após o retorno à Terra e questiona: “O que um homem pode fazer como segundo ato depois de andar na Lua?”.

 

Além de todo o esforço para chegar aonde nenhum homem havia ousado e da pressão política inerente ao tamanho da tarefa que se divisava, o astronauta teve de enfrentar um drama familiar no período que antecedeu a chegada à Lua: sua mãe, Marion Moon, atormentada por uma depressão e pela iminência da fama do filho, cometeu suicídio um ano antes do pouso histórico da Eagle. Depois de conquistar a Lua e ver seu casamento de 21 anos fracassar, Aldrin também cedeu à depressão – e à bebida. Na palestra realizada na Campus Party Brasil 2013, em São Paulo, no dia 29 de janeiro, desabafou: “Eu não tinha previsto o tamanho da notoriedade que a missão me traria. Foi nessa época que comecei a beber, e os sintomas da depressão começaram a aparecer. Foi um período obscuro da minha vida. Quase uma década de improdutividade”.

 

 

De acordo com o astronauta, ir à Lua não é tão desafiador quanto voltar à Terra e ter de lidar com o restante da humanidade. Quem parecia concordar era o seu colega de viagem, Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na lua, que morreu aos 82 anos, em agosto de 2012. Logo após a saga da Apollo 11, o astronauta retirou-se da Nasa e passou a viver recluso, aparecendo somente em solenidades do governo sobre a exploração espacial.

 

Por mais que tentasse se manter longe dos holofotes, Armstrong era bastante assediado por aqueles que não acreditavam que o homem tivesse pisado na Lua. Em 1994, parou de dar autógrafos e tirar fotos ao descobrir que eles eram vendidos em sites de leilão por até US$ 50 mil. Nesse mesmo ano, processou uma empresa de cartões de crédito dos EUA por usar sua histórica frase “Um pequeno passo…” em cartões e decorações de Natal. Em 2005, processou seu barbeiro de mais de 20 anos por vender mechas de seu cabelo por US$ 3 mil.

 

Os integrantes da Apollo 11 não foram os únicos a enfrentar um retorno à Terra transformador. James Irwin, oitavo homem a pisar na Lua, na Apollo 15, que morreu em 1991, afirmou sentir a presença de Deus mais forte do que nunca durante a viagem espacial. Ao retornar ao nosso planeta, tornou-se um fanático religioso. Deixou a Nasa, em 1972, e fundou a missão cristã High Flight, com a qual afirmava: “Jesus andando sobre a Terra é mais importante do que o homem andando na Lua”. No ano seguinte, comandou diversas expedições ao Monte Ararat, na Turquia, na esperança de encontrar os restos da Arca de Noé. As buscas se mostraram infrutíferas e, na última expedição, Irwin se feriu gravemente, retornando aos EUA.

 

Outro astronauta que teve uma experiência intensa em seu regresso foi Edgar Mitchell, tripulante da Apollo 14 e sexto homem a pisar na Lua. Ele descreve assim a sua “expansão de consciência”: “Na volta para casa, olhei pela janela, e é uma experiência poderosa ver a Terra surgindo sobre a Lua. E subitamente percebi que as moléculas do meu corpo e as moléculas da espaçonave foram concebidas por uma geração antiga de estrelas. Em vez de ser uma experiência intelectual, foi um sentimento pessoal. Aquelas eram minhas moléculas. Isso foi acompanhado por uma sensação de alegria e êxtase que me levaram a perguntar: ‘O que é isso?’. Depois de voltar, pesquisei e descobri que aquela experiência, em sânscrito antigo, se chamava ‘Samadhi’. É uma experiência transformadora”. A narrativa foi retirada de uma entrevista para o site do Instituto de Ciências Noéticas, fundado pelo astronauta em 1973, para estudar a consciência e a intuição.

 

Essa expansão da consciência e mudança de prisma levaram o cientista e entrar em conflito com a Nasa. Mais de uma vez, ele deu entrevistas afirmando que óvnis avistados eram mesmo de extraterrestres e que essas informações eram acobertadas pelo governo. Em 23 de julho de 2008, Mitchell, em entrevista à Kerrang Radio, da Inglaterra, disse que o acidente de Roswell fora realmente protagonizado por extraterrestres. “Fui muito privilegiado em ter estado num grupo restrito que sabia que temos tido visitas em nosso planeta e que o fenômeno óvni é real. Existem extraterrestres, e muitos óvnis têm visitado a Terra e realizado contatos de terceiro grau com funcionários da Nasa”, relatou.

 

Dois anos mais tarde, o governo americano entrou com um processo contra Mitchell ao descobrir que ele havia colocado a leilão uma câmera usada pela tripulação da Apollo 14. O ex-comandante da Nasa teve de devolver a câmera, que passou a integrar a exposição do Museu Nacional Aéreo e Espacial, em Washington. Esse é um embate recorrente entre astronautas e a agência espacial americana, pois todos os objetos utilizados durante as missões são de posse do governo. Em 2012, Jim Lovell, da Apollo 13, tentou leiloar um caderno de anotações, mas foi impedido pela agência.

 

A falta de perspectivas pode dificultar o retorno à Terra. Por isso Marcos Pontes, o primeiro astronauta brasileiro a ir ao espaço, em 2006, não quer nem saber de se aposentar. “Nossa mente não foi feita para ficar parada ou olhar simplesmente para o passado”, explica. “Precisamos de novos sonhos e metas. Certamente as condições do voo espacial causam emoções, estresse, isolamento, novidade e desconforto físico. Mas nós temos que encontrar sentido na vida depois de uma missão espacial. A missão, embora seja um grande feito em qualquer situação, não é o ponto mais alto da nossa vida”, relata.

 

Depois de sua missão na Estação Espacial Internacional, o astronauta brasileiro já escreveu três livros, deu centenas de palestras e cursos, tornou-se embaixador da ONU e empresário. “É isso que faz com que não tenhamos qualquer efeito psicológico negativo”, revela. Astronauta na ativa, à disposição do Brasil, Pontes sonha com o próximo voo e espera que isso aconteça em breve, ressaltando que existem muitas possibilidades para isso. Questionado sobre o futuro, o astronauta confidencia: “Espero muita coisa do futuro, e isso vai afetar muito positivamente o Brasil e os brasileiros. Espere e verá”.

Aplicativo ajuda a “limpar” posts do Facebook e do Twitter

App encontra referências escritas em posts, fotos e páginas sobre assuntos delicados, como sexo, drogas e bebidas alcoólicas Foto: Reprodução
App encontra referências escritas em posts, fotos e páginas sobre assuntos delicados, como sexo, drogas e bebidas alcoólicas
Foto: Reprodução

Mesmo com as configurações de privacidade das redes sociais bem organizadas, alguns posts indiscretos ainda acabam vazando. E, para quem tem o hábito de ter colegas e chefes de trabalho como amigos, isso pode ser um problema. O aplicativo SimpleWash ajuda justamente a analisar os posts e garantir que de fato os conteúdos públicos não incluam dados comprometedores. As informações são do Mashable.

O app faz buscas a partir de palavras-chave em todo o conteúdo do usuário no Facebook, incluindo posts, fotos, páginas curtidas, comentários próprios e falas de amigos em postagens do perfil. Os potenciais constrangimentos são exibidos com um link direto para a rede social, de modo que o usuário pode deletar ou esconder o conteúdo. O aplicativo também está em versão de testes para o Twitter, mas para usar o beta é preciso escrever para a conta @simplewash solicitando acesso.

Buscas automáticas estão disponíveis em cinco idiomas, mas usuário pode buscar qualquer palavra Foto: Reprodução
Buscas automáticas estão disponíveis em cinco idiomas, mas usuário pode buscar qualquer palavra
Foto: Reprodução

Algumas palavras referentes a drogas, álcool e sexo já vêm pré-configuradas, com a opção de buscá-las em diferentes línguas ao mesmo tempo – disponível em inglês, francês, alemão, italiano e espanhol. O usuário também pode escolher o termo que deseja buscar, independente do idioma.

Selecionar a busca em espanhol, por exemplo, permite que o aplicativo encontre automaticamente posts com a palavra “sexo”. Mas alguns resultados, como a busca é literal, não são constrangedores – a palavra “século” aparece em destaque porque “culo” em espanhol é um termo chulo.

Mas vale a ressalva: o aplicativo busca por texto escrito, então algumas fotos indiscretas ainda podem escapar.