Curiosidade do Dia

relampagos2Por que primeiro vemos o raio e só depois ouvidos o trovão?

 

O relâmpago é a luminosidade produzida quando a eletricidade é lançada de uma nuvem e o trovão é o som do relâmpago.

A velocidade da luz é 100 mil vezes mais rápida que a do som; a luz viaja a 300 mil quilômetros por segundo, enquanto o som viaja a 345 metros por segundo.

Dessa forma, vemos primeiro a luz, que é mais rápida, e depois vem o som, que não é tão veloz.

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Star Wars VII | George Lucas diz que elenco deve ser anunciado de “maneira grandiosa”

Consultor da saga explica o mistério em torno do confirma/ não confirma de Mark Hamill, Carrie Fisher e Harrison Ford

Natália Bridi – Omelete
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star wars

Depois do representante de Carrie Fisher afirmar que atriz estava apenas “brincando” sobre sua presença em Star Wars VII, George Lucas esclareceu a situação (ou tentou) ao Bloomberg Business Week:

Já assinamos com Mark [Hamill], Carrie e Harrison [Ford]- ou estamos nos estágios finais de negociação. (…) Talvez eu não devesse dizer isso. Acho que querem anunciar isso de alguma maneira grandiosa, mas estamos negociando com eles. Não direi se as negociações foram bem-sucedidas ou não“, declarou. Ou seja, os nomes estão confirmados, mas o grandioso anúncio oficial ainda está por vir (talvez na Comic-Con?).

O diretor também esclareceu seu papel como consultor na nova saga: “Eu basicamente digo ‘Você não pode fazer isso, você pode fazer aquilo’. Você sabe, ‘os carros não têm rodas, eles voam com antigravidade’. Há um milhão de pequenas peças. Ou posso dizer ‘ele não tem o poder para fazer isso, ou ele tem que fazer aquilo’. Eu sei todas essas coisas“. Além da consultoria, o aposentado Lucas se ocupa atualmente do projeto de abertura do Lucas Cultural Arts Museumleia mais.
Confira os detalhes da compra da LucasFim pela Disney
Comentamos em vídeo o futuro da saga

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Cirurgia no cérebro combate a anorexia; entenda

Marcapasso instalado no cérebro ajuda pacientes com anorexia Foto: Getty Images
Marcapasso instalado no cérebro ajuda pacientes com anorexia
Foto: Getty Images

Um marcapasso instalado no cérebro está ajudando pacientes que sofrem de anorexia a combater o problema. O dispositivo estimula regiões responsáveis por sintomas como depressão, ansiedade e pensamentos obsessivos envolvendo a comida. As informações foram publicadas no jornal The Lancet e divulgadas pelo site do jornal Daily Mail.

 

As informações vêm de um estudo no Canadá, do Krembil Neuroscience Centre e University Health Network, onde médicos usaram técnica chamada de estimulação profunda do cérebro, já conhecida para tratar Mal de Parkinson e dores crônicas.

 

O marcapasso fica ligado a uma bateria que é colocada sob a pele no peito ou no abdômen e pode ser ligado ou desligado.

 

O estudo foi feito por enquanto com seis pacientes, mas mostrou bons resultados. Com idades entre 24 e 57 anos, as voluntárias sofriam de anorexia entre quatro e 37 anos. Elas receberam estimulação cerebral e três meses depois, cinco delas já havia conseguido ganhar peso. Após nove meses, três pacientes mantinham peso mais alto do que antes do tratamento, o período mais longo desde que o começo da doença.

 

Metade das mulheres ainda passou a demonstrar melhor humor e redução do comportamento obsessivo em relação à comida.

Astronautas vão usar próprias fezes como escudo contra radiação em Marte

Fonte da imagem: Reprodução/Collect Space

O audacioso plano da Inspiration Mars Foundation de levar uma nave tripulada até Marte em 2018 tem dezenas de riscos, mesmo que o projeto não preveja pouso no Planeta Vermelho. Uma das preocupações está nos raios cósmicos aos quais os astronautas podem ser expostos.

Essa semana, a fundação anunciou uma forma aparentemente simples de conter a radiação: as fezes dos próprios astronautas podem ser usadas como um tipo de escudo de proteção. Após a retirada de toda a água para a reutilização, as fezes serão armazenadas nas paredes da nave, criando uma proteção segura para os astronautas.

Além das fezes, a própria comida será espalhada pelas laterais da nave e, conforme a comida for sendo utilizada, ela passa a ser trocada pelos dejetos, mantendo a tripulação longe dos raios, que podem ser mortais. Embora a ideia pareça estranha, Taber MacCallum, participante do projeto, garante que, mesmo funcionando como escudo para a radiação, a comida não seria infectada.

Cientistas fazem mapas de canais subterrâneos marcianos

Pesquisadores estudaram o conjunto de canais de Marte Vallis Foto: Nasa/Mola Team/Smithsonian Institution / Divulgação
Pesquisadores estudaram o conjunto de canais de Marte Vallis
Foto: Nasa/Mola Team/Smithsonian Institution / Divulgação

Cientistas divulgaram nesta quinta-feira na revista especializada Science novos mapas dos canais subterrâneos de Marte. Segundo os pesquisadores, entender melhor esses canais ajuda a explicar a atividade hidrológica do passado marciano e determinar se enchentes do passado podem ter causado mudanças climáticas que deixaram o planeta comoe ele está hoje. O estudo usou dados do radar Shallow, que fica na sonda da Nasa (a agência espacial americana) Mars Reconnaissance Orbiter.

A pesquisa analisou a região de Elysium Planitia – um conjunto de planícies no equador e a mais jovem região vulcânica do planeta. Devido a essa atividade dos vulcões, a lava cobriu e escondeu a maior parte das evidências geológicas recentes da área. Embaixo do material expelido, se encontra um grande sistema de canais com 1 mil quilômetros de extensão, chamado de Marte Vallis.

Esse sistema é parecido com outros canais de Marte que se formaram por gigantescas enchentes do passado. Contudo, Marte Vallis é pouco conhecido devido a ter sido “sepultado” pela lava. Com os novos mapas, os pesquisadores conseguiram descobrir a origem das inundações, um local chamado de Cerberus Fossae.

“Nossas descobertas mostram que a escala de erosão foi subestimada previamente e que a profundidade do canal era pelo menos o dobro de aproximações anteriores”, diz Gareth A. Morgan, um dos autores do estudo. “A fonte das enchentes sugerem que elas se originaram de um profundo reservatório subterrâneo e podem ter sido liberadas pela tectônica local ou por atividade vulcânica. Este trabalho demonstra a importância do radar orbital e de entender como a água esculpiu a superfície de Marte.”

Empresas estão mais perto de imprimir órgãos humanos em 3D

Prótese da Materialise recria partes estruturais do corpo humano que estão faltando Foto: Yves Herman / Reuters
Prótese da Materialise recria partes estruturais do corpo humano que estão faltando
Foto: Yves Herman / Reuters

Corações e próteses são os mais recentes experimentos com impressões 3D que apontam para o dia em que órgãos humanos poderão ser feitos em impressoras 3D.

 

Coração em 3D pode ajudar em diagnósticos Foto: Materialise.com / Reprodução
Coração em 3D pode ajudar em diagnósticos
Foto: Materialise.com / Reprodução

Recentemente, a Food and Drug Administration (FDA), entidade americana responsável, entre outras coisas, pelo uso de equipamentos médicos no país, aprovou o primeiro polímero não metálico impresso em 3D para implante em seres humanos. É um modelo que se ajusta ao órgão do paciente, em vez de ser uma prótese aproximada. O material é desenvolvido pela Oxford Performance Materials.

 

Além desta empresa, a Materialise também oferece modelos anatomicamente exatos de corações impressos em 3D. O sistema da empresa cria os modelos em três dimensões a partir de exames dos pacientes e então reproduz em tamanho real o órgão. O produto da Materialise não é feito para implantes.

 

Tecnologia 3D pode colaborar com a medicina Foto: Yves Herman / Reuters
Tecnologia 3D pode colaborar com a medicina
Foto: Yves Herman / Reuters

 

Ainda que não substituam os órgãos humanos, as réplicas podem auxiliar no diagnóstico e na localização de problemas perceptíveis na estrutura do coração.

 

No caso da Materialise, além do trabalho com o coração, a empresa possui um modelo dedicado à anaplastologia (restauração de estruturas corporais). Num dos casos, uma peça para uso na face de um paciente foi projetada.

 

Apesar de não poderem ser usados como órgãos ou implantados no corpo, o presidente da Materialise, Wilfried Vancraen, declarou recentemente que algumas impressoras já permitem misturar diferentes materiais: rígidos, suaves e de variadas densidades. “Essa é a característica mais inexplorada, mas também a mais difícil de realmente se usar bem”, disse Vancraen.