Curiosidade do Dia

Por que os bebês regurgitam?

Nos primeiros meses de vida, o aparelho digestivo da criança ainda não está totalmente formado. Embora o estômago funcione perfeitamente, o esfíncter gastroesofágico – uma válvula situada entre o esôfago e o estômago, que normalmente se fecharia após a passagem do alimento – não funciona como num adulto.

Por isso é normal a criança regurgitar, deixando o alimento voltar ao esôfago e ser expelido em seguida. Em geral, o aparente incômodo pára de acontecer entre os 6 e os 18 meses de vida.

Disney compra Lucasfilm e novo filme de Star Wars é anunciado

George Lucas vende seu estúdio por US$ 4,05 bilhões

Marcelo Hessel – Omelete
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star wars

A Disney acaba de comprar a Lucasfilm por US$ 4,05 bilhões. O negócio, que corria em sigilo até agora, foi oficializado nesta terça-feira, e o primeiro projeto já foi anunciado: Star Wars – Episódio VII nos cinemas em 2015.

Muitos filmes da saga virão ainda depois deste, segundo o comunicado. Kathleen Kennedy, atual copresidente de conselho do estúdio de George Lucas, será a presidente da Lucasfilm (e produtora-executiva dos filmes) e se reportará ao presidente do conselho da Disney, Alan Horn. Lucas permanece como consultor criativo.

[Atualizado com nosso comentário sobre a aquisição]

No anúncio oficial, Lucas fala em passar o bastão: “É hora de eu passar Star Wars para uma nova geração de cineastas. Sempre achei que Star Wars viveria além de mim, e eu penso que é importante montar a transição enquanto eu estou vivo. O alcance da Disney vai dar à Lucasfilm a oportunidade de trilhar novos caminhos em cinema, TV, produtos interativos, parques temáticos, produtos ao vivo e outros direto ao consumidor”.

Bob Iger e George LucasEntre outras propriedades, a Lucasfilm tem tambémIndiana Jones como uma franquia expressiva, mas por enquanto não há nenhum anúncio referente a possíveis novos filmes do arqueólogo. Empresas que fazem parte do grupo Lucasfilm, como a LucasArts (que cria games), a Industrial Light & Magic e o Skywalker Sound – respectivamente, de efeitos visuais e de efeitos sonoros – entram no pacote e agora são parte da Disney.

[Atualizado] Em um vídeo, Lucas fala sobre o futuro da franquia. Ele diz que já pensava em se aposentar há alguns anos, que Kathleen é a pessoa ideal para assumir seu lugar e que a Disney é o lugar perfeito para isso acontecer. “Quando eu fiz o primeiro Star Wars, todo mundo em Hollywood dizia que era um filme que a Disney deveria ter feito”, comenta o diretor.

Kathleen Kennedy, por sua vez, diz que está “começando agora a parte mais divertida do processo, que é encontrar com roteiristas para desenvolver as histórias” desses próximos filmes da saga. “Eu queria ter certeza de que o comando a partir de agora seria meu, e é importante que ele [Lucas] permaneça pelo menos como meu anjo da guarda sentado no meu ombro”, diz a executiva, que já trabalha com Lucas há décadas, como produtora dos filmes de Indiana Jones, mas que até agora não se envolvia na franquia Star Wars.

Assista ao vídeo inteiro:

[Atualizado com mais um vídeo oficial com depoimentos de Lucas e de Bob Iger, CEO da Disney; veja abaixo]

Leia mais sobre Star Wars.

Confira possíveis riscos do consumo de energéticos

 Foto: Getty Images

Em excesso energéticos podem causar insônia, , aceleração ou irregularidade dos batimentos cardíacos, irritabilidade e agitação
Foto: Getty Images


Após cinco casos de mortes relacionadas ao consumo de energético, os Estados Unidos lançaram uma investigação sobre a segurança desse tipo de bebida. Embora esse produto garanta um bum de energia, ele possui uma grande quantidade de cafeína, açúcar e outros ingredientes que podem levar a sérios efeitos colaterais como insônia, aceleração ou irregularidade dos batimentos cardíacos, irritabilidade, agitação etc. O mesmo vale para pílulas de cafeína e outras substâncias que prometem energia imediata. Para saber quais os riscos desse das bebidas energéticas confira a lista organizada pelo Huffignton Post.

Cafeína
Geralmente as bebidas e outros produtos energéticos apresentam doses muito grande de cafeína, cerca de três vezes mais do que uma xícara de café, além de outras substâncias estimulantes. “Há dois problemas no consumo excessivo de cafeína. Ela afeta diretamente o sistema nervoso central e pode levar à desidratação e perda de nutrientes solúveis em água que tem efeito calmante no sistema nervoso. Esse efeito combinado pode causar agitação, problemas de sono e potencialmente leva ao desenvolvimento de ansiedade crônica”, explica K. Steven Whitining, da Phonenix Nutritional.

Ingredientes energéticos
A cafeína normalmente não é a única substância energética presente nesse tipo de bebida. Muitos desses produtos contêm ingredientes como guaraná, açaí, taurina, ginseng, arnitine, creatina, inositol, ginkgo biloba e outros com efeito estimulante, que em excesso também podem causar problemas para a saúde. Porém, nem sempre o consumo de energéticos é negativo. “Tem sido mostrado que a taurina tem capacidade de melhorar a performance atlética, o que pode ter sido responsável pela adição dela em diversas bebidas energéticas. A mistura dessa substância também pode melhorar o desempenho mental, mas as pesquisas sobre isso ainda são inconclusivas”, diz Amy Shapiro, da Real Nutrition.

Açúcar
O fato das bebidas energéticas terem grandes quantidades de açúcar também pode ser responsável por outros problemas de saúde, principalmente para crianças e pessoas com risco de diabetes. Mesmo para os não diabéticos a ingestão de altas doses de açúcar causa um pico de glicemia e, em seguida, traz uma exaustão ainda maior do que a sentida antes do consumo do produto. As versões sem açúcar contêm adoçantes artificiais, mas continuam a ter substâncias estimulantes e, portanto, não está isentas de riscos.

Consumo infantil
Com o apoio de personagens de desenho animado ou atletas famosos, as bebidas energéticas possuem grande apelo para crianças e adolescentes. “Os jovens realmente precisam ter cuidado com esse tipo de produto porque eles agem diretamente no sistema nervoso central, que no caso deles não está completamente desenvolvido. Por isso, o energético pode causar danos a longo prazo”, alerta Whiting. Então, converse com o médico de seu filho sobre qual é a quantidade aceitável de cafeína que ele pode consumir e garanta que ele entenda os riscos do consumo dos energéticos.

Mistura com bebida alcóolica
Quando a bebida energética é misturada a álcool pode gerar ainda mais efeitos colaterais. Por isso, alguns estados norte-americanos, incluindo Nova York, proibiram esse tipo de combinação, mesmo assim muitas pessoas continuam a usar os energéticos em drinks. “A combinação de cafeína e álcool pode causar efeitos adversos, uma vez que a cafeína aumenta a absorção do álcool aumentando o risco de intoxicação”, explica Shapiro. Embora muitas pessoas considerem que a cafeína irá eliminar o sono e deixá-las mais alerta quando alcoolizadas, ela não consegue mudar o efeito do álcool sobre o cérebro.

Shot energético
Alguns shots prometem uma explosão de energia que ajudaria a pessoa a se manter alerta durante o dia todo. No entanto, apesar de normalmente não possuírem muito açúcar, esse tipo de produto não costuma especificar a quantidade exata de cafeína. “O problema desses produtos é que ninguém sabe realmente o quanto é demais”, defende Whiting. Segundo ele não há nenhum estudo específico a respeito da dose apropriada de cafeína e outras substâncias estimulantes. Os energéticos raramente vêm acompanhados de avisos ou precauções necessárias.

Pastilha energética
As pastilhas com cafeína oferecem tantos riscos quanto bebidas energéticas, porém são vendidas também a adolescentes e pré-adolescentes. “Esse tipo de produto provavelmente é absorvido ainda mais rápido pelo organismo, pois vai direto para a corrente sanquínea através da língua”, informa Shapiro.

Cápsula de cafeína
O risco do consumo deste tipo de produto aumenta ainda mais quando combinado a outras substâncias energéticas. “O problema é que muitas vezes as pessoas consomem mais de uma espécie de energético para ficar acordado. Tomam uma cápsula de cafeína, uma xícara de café, depois uma bebida energética…esse excesso é muito prejudicial”, esclarece Whiting.

Banda é condenada após bloquear rodovia e fazer show improvisado

O grupo musical “Imperial Stars” que bloqueou em 2010 quatro faixas de uma rodovia em Los Angeles, no estado da Califórnia (EUA), e realizou um show improvisado em cima do caminhão da banda foi condenado pela Justiça.

Músicos subiram em cima do caminhão e fizeram uma apresentação improvisada.  (Foto: KTLA-TV/AP)
Músicos subiram em cima do caminhão e fizeram uma apresentação improvisada. (Foto: KTLA-TV/AP)

Segundo a emissora de TV “KTLA”, os integrantes Christopher Roy Wright, de 33 anos, David Paul Hale, de 31, e Keith R. Yackey, de 32, foram condenados a três anos de liberdade condicional e a 35 horas de serviço comunitário cada um.

Na época, os três músicos foram presos e acusados de obstrução do tráfego. O incidente ocorreu na manhã do dia 12 de outubro de 2010 e provocou um grande engarrafamento. O caminhão só foi retirado do local cerca de duas horas depois.

Repórter relata drama de ter metade do rosto ‘em greve’

Repórter passou a sofrer de condição após ter sofrido lesão leve no olho esquerdo. Foto: BBC Brasil

Repórter passou a sofrer de condição após ter sofrido lesão leve no olho esquerdo
Foto: BBC Brasil


O repórter da rede de televisão BBC John Sudworth passou a sofrer de paralisia de Bell, uma paralisia do nervo facial que provoca incapacidade de controlar os músculos da face do lado afetado pela doença. Ele teve o lado esquerdo de seu rosto paralisado. A seguir, Sudworth descreve como é conviver com essa condição e as mudanças que ela provocou em sua vida.

“Após ter passado uma vida fazendo o que eu mandava, metade do meu rosto resolveu entrar em greve. Desde o lado esquerdo da minha testa até o lado esquerdo do meu queixo, meu rosto se amotinou. Não consigo levantar minha sobrancelha esquerda, não consigo fechar meu olho esquerdo. E quando eu tento sorrir, enquanto o lado direito de minha boca obrigatoriamente se coloca na forma adequada, o esquerdo se nega a se mover.

A expressão resultante acaba sendo inútil para dar um alô amigável a um amigo, mas pode vir a calhar se eu decidir assaltar uma loja.

Bem-vindo ao estranho mundo de quem sofre da paralisia de Bell. A paralisia de Bell não é algo muito bom de se ter quando se é um repórter de TV. Mas pensando bem, ela não é algo tão terrível assim de acontecer com quem precisa usar seu rosto. E pelos vários relatos que li online, vi que muitas pessoas dão continuidade às suas vidas. E eu decidi fazer isso também.

Embora reconheça que a minha doença talvez seja a notícia menos importante a sair da China no momento, escrever sobre ela neste espaço significa que existe uma explicação para qualquer um dos meus fãs mundiais (essas duas pessoas que sabem exatamente que me refiro a elas), sobre o porquê de metade do meu rosto não funcionar quando eles me veem na TV.

Mas seja quais forem minhas razões, esta doença peculiar e fascinante certamente merece um pouco mais de atenção – até porque, entre outras razões, muitas celebridades já foram acometidas por essa condição.

A paralisia de Bell afeta de forma desproporcional mulheres grávidas e pessoas que sofrem de diabetes, resfriados, gripes e outras doenças respiratórias. Mas cientistas não sabem o porquê de este grupo correr mais riscos. Cerca de 1 em cada 5 mil pessoas desenvolvem paralisia de Bell. A maior parte delas têm entre 15 e 45 anos.

Na maior parte dos casos, os sintomas, que começam a se manifestar dentro de 48 horas, começam a melhorar dentro de algumas semanas. Mas por vezes demora meses para que alguém se recupere plenamente. Tanto George Clooney como Sylver Stallone teriam sofrido dessa condição no passado e ambos se recuperaram. Espero que minha recuperação seja um pouco mais como a de George.

A paralisia de Bell deve esse nome a Charles Bell, o anatomista escocês do século 19 e cirurgião herói da batalha de Waterloo que descobriu a função do nervo facial. Ele não teria usado essas palavras, mas o que sabemos hoje em dia é que se seres humanos fossem carros, então a paralisia de Bell seria o tipo de falha que levaria a um recall em massa de veículos.

O nervo facial, vindo da espinha dorsal, passa por um trecho ossudo estreito próximo ao ouvido. Em fases de baixa imunidade, um vírus dormente, de um modo geral o da catapora ou de um resfriado, pode provocar um ataque e fazer com que o nervo inche. Por vezes isso pode ser desencadeado por um evento, no meu caso, um ferimento pequeno no olho esquerdo, mas por vezes não há causa aparente alguma para provocar a condição.

O resultado do inchaço se dá por meio de uma contração do nervo facial dentro da passagem estreita de osso, o que provoca a paralisia. A boa notícia é que não importa o quanto o cérebro se esforce em mandar mensagens, a partir daquele momento do inchaço, o rosto se torna imóvel.

As milhares de terminações nervosas nas quais o nervo facial se divide, presentes nas bochechas e na testa e nos lábios e pálpebras e que são responsáveis por cada emoção, desde um sorriso e uma piscada até um olhar franzido, acabam sendo bloqueadas e isoladas.

A paralisia de Bell pode atingir qualquer um, de qualquer idade, gênero ou raça. E é classificada como uma doença rara, mas comum o suficiente para que 1 em cada 60 pessoas poderá vivenciar algum episódio em algum momento de sua vida. A boa notícia é que a maioria das pessoas se recupera plenamente em questão de meses. A notícia preocupante é que uma minoria expressiva fica com sequelas permanentes, por vezes graves.

De toda forma, a condição representa ao menos semanas, por vezes meses, de ter de enfrentar paralisia facial, o que pode ser complicado, ao menos socialmente. Os blogs e escritos de outras pessoas que sofrem de paralisia de Bell mostram que, para aqueles que não se recuperam plenamente, ela pode ser uma condição devastadora e capaz de transformar uma vida.

Um pai escreve sobre sua incapacidade de voltar a aparecer novamente em uma fotografia de família. Eu, ao menos, não me senti muito incomodado com minha condição e, além do mais, espero obviamente me recuperar.

Para aqueles que se interessam em acompanhar notícias neurológicas pela TV, meu lento progresso ou a ausência dele, poderá ser vista na BBC dentro de alguns meses. À esta altura, é claro que com Clooney e Stallone em seu clube, sir Charles já está acostumado a lidar com astros de verdade. Mas agora ele pode reivindicar um lugar na BBC também e eu gostaria de achar que ele se sentiria orgulhoso de mim.”

Jornal: chefe da Apple foi demitido por não pedir desculpas por Maps

Scott Forstall, outrora apontado como futuro CEO da Apple, deixou a empresa após tropeços em softwares como o Maps. Foto: Reuters

Scott Forstall, outrora apontado como futuro CEO da Apple, deixou a empresa após tropeços em softwares como o Maps
Foto: Reuters


A demissão do ex-vice-presidente de Software iOS da Apple Scott Forstall foi motivada pela recusa do executivo em assinar uma carta se desculpando com os consumidores pelos problemas com o serviço de mapas da companhia. A informação, publicada nesta terça-feira pelo The Wall Street Journal citando pessoas próximas ao assunto, dá conta de que Forstall queria que a empresa resolvesse o problema com mapas sem pedir desculpas.

Infográfico: A Apple pós-Jobs: veja o que mudou com Tim Cook no comando

O pedido de desculpas foi enviado em 28 de setembro, mas assinado apenas pelo CEO da companhia, Tim Cook, que afirmou que a Apple sempre se esforçou por fazer produtos de classe mundial e, com o lançamento dos mapas, ficou abaixo desse compromisso. A saída de Forstall da empresa foi anunciada na segunda-feira, na maior reorganização executiva na empresa em uma década e que ocorre após fracassos recentes na área de software, chefiada por ele e que decepcionaram muitos consumidores.

Forstall trabalhava na Apple havia 15 anos e já foi apontado como futuro CEO da Apple, porém perdeu prestígio depois da má recepção inicial ao sistema de reconhecimento de voz – Siri – e o novo aplicativo de mapas da empresa, o Apple Maps. Como responsável pelo sistema operacional móvel da empresa, Forstall foi tido como principal culpado pelo relativo fracasso do aplicativo de mapas.

Além de Forstall, John Browett, responsável pela Apple Store, também deixou a empresa.