Curiosidade do Dia

De onde vem a palavra almanaque?

A palavra vem do árabe al-manakh, que era o lugar onde os nômades se reuniam para rezar e contar as experiências de viagens ou notícias de terras distantes.

Em português, almanaque refere-se a uma publicação que traz calendário, reportagens de conteúdo variado, como recreação, humor, ciência e literatura.

Star Trek 2 | Khan não será o vilão do filme, garante Simon Pegg

“Não é o Khan. Isso é um mito. Todo mundo está falando isso, mas não é”, disse o ator.

Marcelo Forlani – Omelete
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Khan

O ator Simonn Pegg, que interpreta o engenheiro-chefe Scott, no novo universo da franquia Star Trek, disse ao The Telegraph que o vilão do novo filme dirigido por J.J. Abrams não será Khan Noonien Singh, ou apenas “Khaaaaaaaannnn”.

Não é o Khan. Isso é um mito. Todo mundo está falando isso, mas não é“, disse o ator.

Os boatos estão sendo divulgados desde o ano passado e aumentaram quando Benicio Del Toro estava prestes a ser contratado para o papel, que acabou nas mãos de Benedict Cumberbatch, o Sherlock Holmes da BBC.

A fama de Khan se deve principalmente pela sua participação em Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan, o segundo filme com os atores  da série clássica no cinema – e que até hoje é considerado o melhor de toda a série. O personagem foi imortalizado por Ricardo Montalban tanto na série de TV quanto nos cinemas.

John Cho, Chris PineZachary Quinto, Zoe SaldanaAnton Yelchin  têm seus retornos assegurados. Alice Eve e Peter Weller são, por enquanto, os únicos reforços confirmados; ela fará uma personagem misteriosa inédita no cânone de Jornada nas Estrelas e ele provavelmente ficará com o papel do auxiliar do vilão principal.

As filmagens estão previstas para o início de 2012 e o lançamento acontece em 17 de maio de 2013.

Leia mais sobre Star Trek 2.

Sorrir para um estranho faz bem à saúde, diz pesquisa

Sorrir para um estranho evita a baixa no sistema imunológico e ao endurecimento das artérias Foto: Getty Images

Sorrir para um estranho evita a baixa no sistema imunológico e ao endurecimento das artérias
Foto: Getty Images


Sorrir para um estranho ou até mesmo estabelecer contato visual pode ter um enorme impacto na autoestima, de acordo pesquisa publicada no site do jornal britânico Dailymail. Os pesquisadores realizaram testes em centenas de alunos para descobrir como pequenos gestos nos faz sentir conectado aos outros. “O ostracismo é doloroso”, disse o pesquisador-chefe Eric Wesselmann, um psicólogo social da Universidade Purdue, em Indiana. “Não é uma experiência agradável.”

Os pesquisadores também acreditam que os sentimentos de solidão podem ter efeitos físicos nas pessoas. Pesquisas anteriores já haviam ligado a solidão a baixa no sistema imunológico e ao endurecimento das artérias.

A mais recente pesquisa, apresentada na reunião anual da Sociedade para o Estudo da Motivação, foi realizada para encontrar exatamente o que desencadeia os sentimentos. “Alguns dos meus coautores descobriram, por exemplo, as pessoas se sentiram incomodadas mesmo quando um estranho não as reconheceu”, disse Wesselman. O estudo foi realizado com a colaboração de 239 pessoas no campus da Universidade Purdue.

Após ouvir que tinha 18 meses de vida, mulher supera câncer

Ruth afirma que o que mais a preocupava era seu filho de 11 anos. Foto: Daily Mail/Reprodução

Ruth afirma que o que mais a preocupava era seu filho de 11 anos
Foto: Daily Mail/Reprodução


 

A britânica Ruth McDonagh, 47 anos, ouviu de um médico que teria 18 meses de vida devido a um câncer no intestino que tinha ficado tão grande que seria quase impossível operá-lo. Contudo, a mulher decidiu se submeter a uma cirurgia – inédita no Reino Unido – na cidade de Leeds, mas que a deixaria paraplégica. Contra todas as previsões, ela melhorou e conseguiu manter o movimento das pernas. As informações são do jornal Daily Mail.

Os problemas de Ruth começaram em 2008, quando ela notou que havia sangue em suas fezes. A britânica passou por 13 médicos, e nenhum deu um diagnóstico preciso para ela – eles indicaram que seria desde uma síndrome de irritação estomacal até uma inflamação. As dores chegaram a um ponto em que ela mal conseguia caminhar.

Quando ficou tão doente que tinha dificuldade em comer, um especialista chegou a descrevê-la como “neurótica”. A maioria descartou o tipo de tumor que realmente a atingiu por acha-la jovem demais. O câncer cresceu por dois anos até um diagnóstico preciso ser dado.

O tumor já tinha 8 cm e atingia o cóccix, a ponta da coluna vertebral, o que impediria sua remoção. A opção era pagar 100 mil libras (R$ 311 mil) para se submeter uma nova cirurgia nos Estados Unidos, mas que certamente a deixaria paralisada da cintura para baixo. Sem a operação, os médicos previam que ela resistiria por no máximo 18 meses.

“Eu não me importava com o que acontecesse comigo, eu só queria estar próxima do meu filho. Eu não estava nem irritada, eu estava mais preocupada sobre como Brandon se sentiria do que qualquer hoje”, diz Ruth, que tem um filho de 11 anos.

A mulher conta que não encontrava ninguém no Reino Unido que conhecesse a técnica. Segundo a reportagem, apenas 50 dessas cirurgias são realizadas por ano em todo o mundo. Ela já começava a juntar dinheiro com todas as pessoas que conhecia para fazer a viagem.

Foram meses tentando conseguir dinheiro, até que Ruth recebeu a ligação que tanto esperava: o cirurgião Peter Giannoudis e o neurocirurgião Jake Timothy aceitaram operá-la pelo sistema público de saúde britânico. Com a ajuda de um terceiro especialista do hospital de Leeds, eles realizaram o procedimento que durou 13 horas.

A cirurgia é complica. Envolve, por exemplo, retirar o osso sacro, parte do intestino, útero – depois colocar tudo de volta – e reparar os rins. Foi no dia 12 de março deste ano que Ruth acordou após mais de meio dia de operação. “Eu estava exultante. Eu conseguia mexer meus dedos e sentir minhas pernas”, diz a britânica.

Os médicos disseram que o procedimento foi ainda melhor do que previsto. O tumor foi totalmente retirado e ela podia sentir as pernas. A paciente passou mais duas semanas no hospital e voltou para sua cidade – Enfield – onde agora aos poucos reaprende a caminhar – por enquanto, com o auxílio de muletas.

Google e Samsung anunciam desktop portátil com Chrome OS

Google e Samsung atualizaram o Chromebook e lançaram um novo dispositivo: o Chromebox, um desktop portátil. Foto: Divulgação

Google e Samsung atualizaram o Chromebook e lançaram um novo dispositivo: o Chromebox, um desktop portátil
Foto: Divulgação


O Google e a Samsung anunciaram nesta terça-feira novos dispositivos que rodam o Chrome OS, sistema operacional baseado no popular navegador da gigante da internet. Além do novo Chromebook – notebook criado para uso específico do sistema operacional do Google que, uma vez conectado na nuvem, está sempre atualizado sem que o usuário tenha que fazer qualquer procedimento -, as duas companhias anunciaram a Chromebox, um desktop portátil.

A Chromebox tem 4 GB de memória RAM, processador Intel, conectividade Wi-Fi e seis portas USB. O desktop portátil rodando o sistema operacional do Google, ao ser conectado em monitores e teclados, se transforma em um PC. O aparelho já está à venda por US$ 329.

Já o Chromebook Series 5 550 tem tela de 12,1 polegadas, processador Intel, duas portas USB e 4 GB de memória RAM. O aparelho conta ainda com câmera HD e contectividade Wi-Fi. Aparelhos com modem 3G também estão disponíveis. O notebook chega às lojas dos Estados Unidos e Reino Unido a partir de US$ 449. Ao contrário de outros notebooks, o aparelho não tem disco rígido. O Chromebook tem 16 GB de memória flash – a mesma presente em smartphones e tablets – e salva os documentos dos usuários na nuvem.

Novo Chrome Os
O Chrome OS foi lançado em 2010 totalmente baseado na navegação na web, tendo o Google Chrome como área de trabalho. O Google, porém, anunciou nesta terça-feira algumas mudanças no sistema. A principal delas é um design mais amigável e semelhante ao de sistemas operacionais tradicionais.

A nova versão estável conta com uma barra de tarefas semelhante ao do Windows e um gerenciador de janelas. A nova interface vai de encontro ao conceito original do Chrome OS, de que tudo que o usuário fazia em um computador poderia ser feito em um navegador de internet.

A reformulação do Chrome OS inclui ainda a capacidade de visualizar formatos de arquivos criados em softwares populares como Word e Excel sem a necessidade de instalação de aplicativos. Além disso, o sistema operacional agora permite criar e editar documentos off-line. A sincronização com o Google Docs ocorre na próxima conexão.

O Google também renovou a experiência multimídia, criando um editor de fotos que permite editar, gerenciar e publicar imagens na web. A companhia anunciou também o Chrome Beta Remote Desktop, que conecta PCs com Windows ou Mac ao Chrome OS, dando acesso remoto a arquivos de outros dispositivos.