Curiosidade do Dia

Por que os pássaros não tomam choque quando pousam nos fios?

O choque é a sensação da corrente elétrica que passa de um corpo para outro por meio de um terceiro corpo condutor. Quando um pássaro pousa num fio, os dois ficam com o mesmo potencial elétrico (equilíbrio entre o número de prótons – cargas positivas – e elétrons – cargas negativas).

O pássaro tomará choque se ele, pousado no fio, encostar em um outro corpo com potencial elétrico diferente. Nesse caso, ele se tornaria intermediário entre as cargas do fio e de uma árvore, por exemplo.

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Os Vingadores – The Avengers | Blu-ray e DVD do filme terão mais de 30 minutos de cenas extras

Joss Whedon revela que primeira versão do filme tinha mais de 3 horas

Natália Bridi – Omelete
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capitaoJoss Whedon revelou aos nossos parceiros do Collider que o Blu-ray/DVD de Os Vingadores – The Avengers terá mais de 30 minutos de cenas extras.

De acordo com o diretor, a primeira versão do filme tinha três horas de duração. Entre as cenas deletadas, duas são do Capitão América. Na primeira, o herói aparecia sozinho no seu apartamento, mostrando seu isolamento do mundo. “Nós então percebemos que quando ele soca o saco de areia, ele já está nos contando tudo que precisamos saber. Ele está em uma academia à noite batendo em coisas”, justificou Whedon sobre o corte.

A outra cena envolve o encontro entre o Capitão e Peggy Carter (Hayley Atwell) no presente: “Uma das melhores cenas que escrevi foi a bela e comovente cena entre Steve e Peggy que se passa no presente. E eu mesmo que precisei dizer, ‘gente, precisamos desistir dessa’. Estava matando o ritmo da coisa. E já tínhamos muito do Capitão, pois ele realmente era a ligação entre todos para mim. Eu realmente tenho um sentimento de perda sobre o que está acontecendo na nossa cultura, a perda da ideia de comunidade, perda dos cuidados com a saúde e o bem-estar. Eu estava perdendo muito tempo fazendo-o dizer essas coisas e então cortei a cena“, declarou o diretor ao  NY Times.

Conheça os prós e os contras dos inibidores de apetite

Somente o uso de drogas para emagrecer não é suficiente para uma perda de peso permanente, saudável e eficiente. Foto: Getty Images

Somente o uso de drogas para emagrecer não é suficiente para uma perda de peso permanente, saudável e eficiente
Foto: Getty Images


Perder aqueles quilinhos indesejados é um dos grandes desejos da maioria das mulheres. Mas nem sempre os exercícios físicos resolvem o problema do peso extra. É aí que o remédio para emagrecer se torna a verdadeira tentação. A miss plus size Carla Manso, por exemplo, contou no programa de Marília Gabriela que chegou a perder 35 quilos com regime e com inibidores. Mas será que vale a pena recorrer à química?Antes de falarmos sobre as drogas é bom saber um pouco mais sobre os remédios para emagrecer. Muito se tem discutido a respeito das drogas utilizadas no tratamento da obesidade. Muitos especialistas são contra o uso de certas drogas, bem como, alertam para o abuso que muitos indivíduos, ou mesmo profissionais não-especialistas, andam cometendo. “É comum que uma pessoa que deseja emagrecer procure a farmácia em busca de uma solução rápida, como se tomar determinado “remédio” fosse o necessário para alcançar o seu peso ideal. Porém, por trás dessa ilusória rápida perda de peso, se escondem efeitos colaterais e insucesso”, alerta o endocrinologista Álvaro Perdizes.

É claro, hoje, entre os especialistas, e várias pesquisas já mostraram isso, que somente o uso de drogas para emagrecer não é suficiente para uma perda de peso permanente, saudável e eficiente. “Outros fatores são importantíssimos para o sucesso: mudança nos hábitos alimentares, atividades físicas e uma equipe de apoio (médicos e nutricionistas)”, ensina a nutricionista Carolina Siqueira, do Centro de Nutrição da Mulher.

Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda de três inibidores de apetite no Brasil e ainda apertou o cerco em torno da prescrição da Sibutramina, a única liberada no país, mas com restrições. Atualmente considerada mais moderna que outras drogas como a anfetamina, a sibutramina aumenta a saciedade, ou seja, você come menos por sentir satisfeito com pequenas quantidades de alimentos. Como atua diretamente no sistema nervoso central, numa parte do cérebro (Hipotálamo), é responsável por controlar a sensação de ansiedade e fome. Os efeitos colaterais podem ser a boca seca, apetite elevada, náusea, gosto estranho na boca, estômago irritado, constipação, insônia ou sonolência, tontura, dores menstruais, dor de cabeça, dor nas articulações e elevação da pressão sanguínea. Fora que a substância é contraindicada em casos como bulimia, anorexia, depressão profunda ou manias pré-existentes.

Porém, na natureza, encontramos inibidores de apetite para emagrecer rapidamente. Estes produtos naturais são ótimos aliados reduzir o apetite, permitindo a perda de peso naturalmente, se associado a uma qualidade de vida. “A fibra atua absorvendo água, aumentando assim o volume gástrico e eliminando a fome”, ensina a Carolina. Vegetais de folha, frutas e a água também funcionam. Os alimentos com proteína também tem vez na luta contra o peso, segundo a profissional. Eles contém um aminoácido chamado glutamato de sódio, que produz saciedade. Este aminoácido também é utilizado como aditivo natural. “O queijo tem uma substância chamada exorfina, (família de endorfinas), que também nos dá o prazer de comer e é encontrada em outros laticínios”, completa a nutricionista.

‘Mulher barbuda’ pode pegar 90 dias de cadeia por agredir policial nos EUA

Joseph Ali Bin Muhammad é acusado de apertar genitália de policial. (Foto: Divulgação)Joseph Ali Bin Muhammad é acusado de apertar genitália de policial. (Foto: Divulgação)

 

 

 

O transexual americano Joseph Ali Bin Muhammad pode ser condenado a 90 dias de cadeia por ter apertado a genitália de um policial em Spokane, estado americano de Washington, segundo reportagem do jornal “Spokesman-Review”.

Antes de passar a viver como um homem, Joseph se chamava Paula K. Reynolds-Eblacas.

Ele foi a julgamento por ter atacado um policial em 25 de julho de 2009.

Segundo a investigação, ele agarrou a genitália do policial enquanto o agente tentava prendê-lo.

Joseph disse que usa barba como símbolo de seu ativismo. A Justiça divulgará no dia 24 de abril sua sentença.

No 22º aniversário, Hubble mostra formação de novas estrelas

O registro mostra a intensa formação de estrelas na região conhecida como 30 Dourados. Foto: Nasa/ESA/Divulgação

O registro mostra a intensa formação de estrelas na região conhecida como 30 Dourados
Foto: Nasa/ESA/Divulgação


A equipe que coordena o Telescópio Espacial Hubble divulgou uma imagem nesta terça-feira que mostra uma região com intensa formação de estrelas conhecida como 30 Dourados, localizada no centro da nebulosa Tarantula. A imagem, uma combinação entre observações do Hubble e dos equipamentos do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), marca as comemorações dos 22 anos do telescópio espacial, completados hoje.

A formação estelar fica a 170 mil anos-luz da Terra, na galáxia Grande Nuvem de Magalhães. A imagem do Hubble mostra aglomerados de estrelas jovens, de cerca de 2 milhões até 25 milhões de anos. Por ser relativamente próxima à Terra, essa região é uma importante fonte de estudos para os astrônomos sobre a formação de novas estrelas.

O Telescópio Espacial Hubble é um projeto desenvolvido em parceria pela Agência Espacial Americana (Nasa, na sigla em inglês) e pela Agência Espacial Européia (ESA, na sigla em inglês).

“Novo Sopa” recebe apoio do Facebook e rejeição da Casa Branca


A Casa Branca se manifestou insatisfeita com o novo projeto lei de controle e segurança da web, o Cispa, ou Ato de Proteção e Compartilhamento de Inteligência Virtual (Cyber Intelligence Sharing and Protection Act, no original em inglês). Sem citar o nome da proposta, a porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, Caitlin Hayden, afirmou na noite de terça-feira que qualquer legislação de segurança virtual deveria conter fortes proteções à privacidade dos cidadãos.

A opinião se alinha a de órgãos de defesa de liberdade expressão e online, que lançaram no início da semana uma campanha contra o Cispa. O projeto deve ser apreciado na quarta-feira da semana que vem, dia 23, pelo congresso dos Estados Unidos. Opositores como a Fundação Fronteira Eletrônica (EFF) e o Centro pela Democracia e Tecnologia (CDT), entre outros, acusam a proposta de ser um “novo Sopa”, em referência ao projeto de lei antipirataria retirado da pauta no início do ano.

Mas o Cispa também tem apoiadores de peso, entre os quais empresas como Facebook e Microsoft. A maior rede social do mundo manifestou ser a favor do Cispa na sexta-feira, através de um post na página oficial, assinado pelo vice-presidente de Políticas de Privacidade, Joel Kaplan. O texto argumenta que a nova lei vai permitir o intercâmbio mais rápido entre empresas privadas e órgãos do governo de informações sobre ameaças virtuais, o que possibilitaria, na visão do Facebook, uma ação mais rápida para proteger as redes e os dados de seus usuários.

Este é exatamente o mote com que o Cispa está sendo apresentado: permitir a proteção contra ataques a redes e serviços, garantindo mais segurança online. Mas os opositores do projeto continuam vendo nele algumas das ameaças que encontravam no Sopa (Stop Online Piracy Act) e no Pipa (Protect Intellecutal Property Act). A primeira diferença entre estes últimos projetos – hoje já sem força no congresso americano – e o que será apreciado na próxima semana seria o conceito. Enquanto Sopa e Pipa eram voltados à proteção de direitos autorais, o Cispa tem a alegada intenção de garantir a segurança dos usuários da web.

Mas, para a EFF e as outras organizações que se opõem ao projeto, a entrega “indiscriminada” de informações de usuários considerados “ameças” a órgãos do governo significa uma ofensa aos direitos dos cidadãos. “Somos enormes apoiadores da segurança das redes – mas sabemos que sacrificar as liberdades civis dos internautas é uma troca desnecessária e indesejada”, afirma a fundação no post de lançamento da campanha – intitulada “Pare com a espionagem virtual” (Stop ciber spying, no original em inglês).

O site da campanha destaca o trecho da lei que diz que as informações dos suspeitos de ameaças poderiam ser compartilhadas “independente de outras provisões legais”. Outra crítica da EFF é que o projeto de lei permitira que o compartilhamento de dados dos usuários acontecesse sem que a pessoa “alvo” soubesse que está sendo, de alguma forma, considerada uma ameaça.

Porque Facebook e outras empresas apoiam o Cispa
Diferente do Sopa, com o Cispa a responsabilidade de regulação das atividades online deixa de ser das companhias privadas, como o Facebook, e passa a ser de um órgão do governo. Com o Sopa, eram as empresas que deviam rastrear os usuários e garantir que nenhuma ação desrespeitasse direitos autorais – por isso a preocupação de que sites como a rede social fossem deixar de existir, já que poderiam, por exemplo, ser tirados do ar por causa do post de um usuário.

Com o Cispa, é o governo quem vai identificar quem representa uma ameaça e pedir dados sobre o indivíduo às companhias. Se um usuário postar no Facebook que pretende explodir uma bomba em algum lugar, o governo pode pedir informações sobre a pessoa e evitar o ataque, dizem os defensores do projeto. Além disso, o Cispa daria a sites como o Facebook um endereço para onde enviar – voluntariamente – informações sensíveis, para que alguém tome uma atitude sobre elas. As autoridades, por outro lado, não poderiam obrigar uma companhia a ceder informações caso ela se recusasse a fazê-lo de bom grado.

O Facebook, em seu texto de, ressalta que seu interesse maior é em receber as informações sobre ameaças que o órgão do governo vai enviar. Na rede social, o texto de Kaplan afirma que quanto mais dados sobre ataques forem compartilhados entre as empresas, e quanto mais rápido isso acontecer, melhor será a proteção que as companhias podem oferecer a seus usuários e aos dados que eles confiam a elas.

Além do Facebook, outras 28 empresas de tecnologia – entre elas Intel, IBM, Oracle, Symantec e Verizon – e organizações do setor já manifestaram apoio ao projeto, que também tem o “pré-voto” de 106 representantes do congresso americano. Este última contagem evidencia que o Cispa tem mais força do que Sopa e Pipa tiveram a seu tempo. Some-se a isso o fato de que os proponentes do projeto, os senadores Mike Rogers, republicano, e Dutch Ruppersberger, democrata, simbolizam uma proposta bipartidária – o que, em tese, garante ainda mais força na casa legislativa.

Porque organizações como a EFF criticam o Cispa
O maior problema da proposta seria a redação vaga, com definições amplas e que abre brechas a interpretações. Os pontos levantados por EFF e CDT, por exemplo, destacam que o projeto de lei não especifica quais “agências do governo” poderiam receber as informações, o que significa que órgãos de defesa como o exército poderiam estar entre elas, o que não agrada aos opositores do Cispa.

A EFF cita como exemplo de conceituação vaga o trecho da lei que trata de “inteligência contra ameaças virtuais” e de “pressupostos de segurança virtual”, definidos como “roubo ou apropriação indevida de informações privadas ou estatais, propriedade intelectual ou informações pessoais sensíveis”. “Sim, propriedade intelectual”, diz a nota da EFF, “é um pequeno pedaço do Sopa embrulhado em um projeto de lei supostamente criado para facilitar a detecção e a defesa contra ameaças à cibersegurança”. A fundação exemplifica que, em situação extrema, um provedor de internet poderia bloquear o acesso de um usuário ao The Pirate Bay sob a alegação de que o site fornece conteúdo classificado como “ameaça à cibersegurança” pela redação do texto.

Sobre a redação da lei, o Facebook, por exemplo, argumenta que está em contato com os congressistas para, nessa fase de emendas em que o projeto se encontra antes da apreciação da semana que vem (veja alterações aqui, em inglês), “abordar questões e preocupações legítimas sobre como a informação (do usuário) pode ser compartilhada com o governo de acordo com o projeto”.

Esse ponto também é alvo de críticas dos opositores do Cispa, que argumentam que a proposta forneceria uma forma “muito fácil” ao governo de acessar dados pessoais sem necessidade de um mandato, por exemplo, o que violaria a Quarta Emenda da constituição americana – que protege o cidadão contra revistas e apreensões sem motivos concretos.

Na segunda-feira, empresas como Apple, Intel e Microsoft, representadas pela Aliança das Empresas de Software (BSA), reuniram-se com representantes do CDT para tentar encontrar termos comuns em relação ao projeto. O centro não se manifestou ainda sobre e o assunto, mas a BSA publicou uma nota em que afirma concordar que o texto do Cispa “poderia ser lapidado”, e que ele precisa de “limitações mais claras sobre como as informações sobre ameaças serão usadas e manuseadas pelo governo”.

O que os proponentes do Cispa dizem sobre o projeto
O órgão de inteligência virtual americano divulgou, na semana passada, um texto que destaca os “pontos-chave” do Cispa. O primeiro destaque é que o projeto “ajuda o setor privado a se defender de ataques de países como a China ao permitir que o governo entregue informações cruciais para que (empresas) protejam suas redes e a privacidade de seus usuários”.

O Cispa também deveria “manter as mãos do governo federal (sic) longe da internet, e não permitir que o governo interrompa o acesso a sites particulares, ou censure ou obrigue a companhias privadas que removam conteúdos”. Além disso, “protege a privacidade dos americanos ao proibir que Washington force companhias privadas a entregar informações, enquanto encoraja as empresas a ‘anonimizar’ os dados voluntariamente compartilhados”.