Curiosidade do Dia

Por que o oxigênio da Terra não se esgota?

O oxigênio é constantemente renovado com a fotossíntese realizada pelas plantas. Elas se alimentam principalmente de água e gás carbônico.

A fotossíntese é o processo obtenção de energia da planta que transforma gás carbônico em oxigênio. O oxigênio é proveniente, em grande parte, do plâncton marinho.

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Star Trek 2 | Veja Spock com uma armadura no set

Cena envolve uma roupa corta-fogo de Vulcano e uma queda livre

Marcelo Hessel – Omelete
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Depois das primeiras imagens do set de Star Trek 2, agora cai na rede uma interessante foto de Zachary Quinto, o Sr. Spock, com uma armadura corta-fogo de Vulcano. Veja abaixo:

Segundo a MTV, na cena em questão, Quinto é erguido por um cabo a uma altura equivalente a 10 andares, e depois despenca em alta velocidade, carregando consigo um equipamento com o emblema da Frota Estelar.

J.J. Abrams dirige o filme, que estreia em 17 de maio de 2013.

Leia mais sobre Star Trek.

Estudo: dormir menos de 5h30 causa aumento de peso

Ao longo de um ano, ganho de peso pode chegar a 12 quilos. Foto: Getty Images

Ao longo de um ano, ganho de peso pode chegar a 12 quilos
Foto: Getty Images


Segundo cientistas, dormir menos do que cinco horas e meia por noite, pode provocar o aumento de peso. Os especialistas afirmaram que mesmo com uma dieta saudável e prática de exercícios, a falta de sono causa alterações no metabolismo que levam ao ganho de alguns quilos. As informações são do Daily Mail.

A equipe de pesquisadores acredita que isso pode explicar porque as pessoas tendem a engordar quando envelhecem e muitas vezes lutam para conseguir dormir o suficiente durante a noite. Os pesquisadores descobriram que quando as pessoas são privadas de sono a taxa de metabolismo cai 12%.

A descoberta também poderia explicar por que os trabalhadores noturnos que lutam para dormir durante o dia são mais propensos a estar acima do peso. Os acadêmicos de Boston compararam os efeitos do sono em 21 voluntários em mais de seis semanas.

Eles começaram tendo dez horas de sono por noite, em seguida, o tempo foi reduzido a um pouco mais de cinco horas e meia, a qualquer momento durante o dia. Por vezes, os voluntários tentavam cochilar durante o dia quando o relógio biológico indicava que deveriam estar em alerta.

Calculou-se que quando os voluntários dormiam menos de cinco horas e meia, eles queimavam 120 quilocalorias a menos naquele dia. Ao longo de um ano isso leva a 12,5 quilos a mais.

Homem nu invade loja nos EUA e coloca vestido e sapatos de salto alto

Um homem nu foi flagrado invadindo uma loja em Sherman, no estado do Texas (EUA). Após arrombar o local, o ladrão colocou um vestido vermelho e sapatos de salto alto.

Após invadir nu loja, homem colocou vestido vermelho. (Foto: Reprodução)

Após invadir nu loja, homem colocou vestido vermelho. (Foto: Reprodução)

A cena foi filmada pelas câmeras de segurança da loja, segundo a emissora de TV “Khou”. Com base nas imagens, a polícia de Sherman identificou o invasor como sendo Adam Mabery, de 33 anos.

Cena foi filmada pelas câmeras de segurança da loja. (Foto: Reprodução)
Cena foi filmada pelas câmeras de segurança da loja. (Foto: Reprodução)

Ele acabou capturado e levado para a cadeia do condado de Grayson. Confira o vídeo abaixo:

Morre no Rio, aos 66 anos, antropólogo Gilberto Velho

O trabalho do cientista é pioneiro nos estudos de antropologia urbana, tanto no Brasil quanto no exterior. Foto: ABC/DivulgaçãoO trabalho do cientista é pioneiro nos estudos de antropologia urbana, tanto no Brasil quanto no exterior
Foto: ABC/Divulgação


O cientista social Gilberto Velho morreu na madrugada deste sábado, no Rio de Janeiro. Ele sofreu um AVC enquanto dormia. O corpo será velado no cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro, das 10 às 17hs deste domingo. Ele fazia parte da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e é autor de estudos pioneiros sobre antropologia urbana

Gilberto Cardoso Alves Velho formou-se em Ciências Sociais no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS-UFRJ) em 1968. Obteve o mestrado em Antropologia Social no Departamento de Antropologia do Museu Nacional da UFRJ, em 1970. Especializou-se em Antropologia Urbana e das Sociedades Complexas na Universidade do Texas, em Austin (EUA) e concluiu o doutorado em Ciências Humanas pela Universidade de São Paulo, em 1975.

Seu trabalho é pioneiro nos estudos de antropologia urbana, tanto no Brasil quanto no exterior. Segundo a ABC, teve grande contribuição ao estudo de camadas médias e elites urbanas. Sua obra percorre áreas diversificadas como a antropologia das sociedades complexas, a teoria da cultura, a antropologia e sociologia da arte, estudos de transe e possessão, desvio, a problemática do uso de drogas, violência e interpretações do Brasil.

Velho publicou mais de 160 artigos em periódicos nacionais e internacionais, além de ter sido organizador e autor de 16 livros. Foi homenageado com a Medalha UERJ-40 Anos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro em 1990 e com a Medalha Capes 50 Anos, do Ministério da Educação (Capes/MEC), em 2001. Também foi eleito membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC) em 2000. Recebeu da Presidência da República do Brasil a Comenda da Ordem Nacional do Mérito Científico em 1995 e a Grã-Cruz em 2000.

O presidente da ABC, Jacob Palis, lamentou profundamente o ocorrido. “É uma grande perda para nós, cientistas, para a ABC e para o Brasil.”

Instagram “mata” criatividade? Aplicativo divide opiniões

O Instagram foi comprado pelo Facebook recentemente pelo valor de US$ 1 bilhão. Foto: Kevin Meredith/BBC Brasil

O Instagram foi comprado pelo Facebook recentemente pelo valor de US$ 1 bilhão
Foto: Kevin Meredith/BBC Brasil


Instagram, o aplicativo fotográfico para celulares, foi vendido ao Facebook por US$ 1 bilhão (R$ 1,8 bilhão). Mas teria ele gerado uma verdadeira onda de aplicativos fotográficos de aspecto retrô? É o que pergunta o fotógrafo Stephen Dowling: “Instagram – assim como como seus parceiros Hipstamatic, Camerabag and Picplz – despertaram no mundo da fotografia digital uma verdadeira febre em torno de um tipo de imagem”.

Fotos sacadas com smartphones ganham cores saturadas e molduras similares às de uma Polaroid, com efeitos, filtros e luzes estouradas, como os “momentos Kodak” das gerações anteriores. Podemos até estar em 2012, mas a última vez que a fotografia se pareceu com isso foi no início dos anos 70.

A tendência começou há alguns anos com o Hipstamatic, um aplicativo que confere às imagens o visual de câmeras de brinquedo de baixa definição. Agora, o Instagram permite que uma foto seja feita com seu smartphone, que um “filtro” digital seja aplicado e que a imagem resultante desse processo possa ser vista por uma comunidade cada vez maior.

Instagram: 1 bilhão de fotos
Lançado em março de 2010, o Instagram só foi alcançar seu milionésimo usuário no final daquele ano, mas daí para a frente sua ascensão foi atordoante. Apenas 15 meses depois, ele conta com mais de 30 milhões de usuários e seus servidores possuem 1 bilhão de fotos.

O uso de filtros pelo aplicativo reproduz alguns dos processos que fotógrafos usavam para expandir as fronteiras da fotografia, como o uso de cores supersaturadas criadas ao se revelar um negativo em um composto químico que serviria para revelar outro tipo de filme ou utilizar a paleta de cores suaves de filmes vencidos ou ainda brincar com as configurações da câmera ou com equipamentos da sala de revelação, para realçar o contraste.

O co-fundador do Instagram, Kevin Systrom afirmou: “A ideia era fazer com que a fotografia por telefones celulares fosse rápida, linda e divertida. Nós aprendemos que tirar fotos com o telefone não garantia os resultados que queríamos, por isso criamos filtros e ferramentas para se obter uma experiência mais artística”.

Systrom e os outros subitamente muito ricos criadores do Instagram podem ter boas causas para agradecer a um homem chamado Michail Panfiloff. Panfiloff não é um alto executivo do Facebook e nem é um analista de tecnologia que previu o súbito êxito do Instagram.

Na verdade, ele foi o chefe de uma grande empresa fotográfica soviética, na antiga Leningrado (atual São Petersburgo), que decidiu em 1982 criar uma réplica de uma humilde câmera japonesa capaz de registrar uma foto e revelar a imagem pouco depois.

A câmera resultante desse intuito, a Lomo LC-A, pode ser considerada a mãe do Instagram e a razão pela qual a fotografia digital se parece subitamente tão retrô.

Fotógrafos de cinema passaram por essa fase retrô há cerca de uma década e meia, após estudantes austríacos terem descoberto uma série de Lomo LC-As em uma loja fotográfica de Praga e depois de eles criarem o ideal de “não pense, apenas clique”, característico da lomografia, de meados dos anos 90, muitas vezes utilizando câmeras de brinquedo com lentes de plástico e filme que havia há muito passado da sua data de validade – e que era bem mais barato que o filme tradicional.

A sensação em torno da câmera transformou a LC-A em um ícone que levou à retomada de sua produção. Agora, o universo do Facebook e dos Flickrs da vida está cheio de imagens “lomo”, mas a diferença está nos bits e bytes.

Repetição e criação
A capacidade de transformar uma foto rotineira em algo “artístico” ao clicar um botão está na essência da conveniência que representa a fotografia digital – sem longas curvas de aprendizado ou a experiência de tentativa e erro que envolve rolos de filme caro. Mas ela é criativa?

A escritora e fotógrafa Kate Bevan acredita que não. “Se eu acredito que é algo válido do ponto de vista artístico? Não. Eu creio que mata o instinto criativo. No entanto, eu adoro o ato de compartilhar e compreendo o princípio de quem quer que as suas fotos se destaquem, ainda que o Instagram acabe fazendo exatamente o contrário.”

Na primeira vez que alguém vê um filtro de Instagram aplicado à imagem, o resultado parece impressionante. Mas e para quem o vê pela milésima vez? “Sou a favor da experimentação com imagens e nunca seria uma elitista a respeito da fotografia”, afirma Kate Bevan.

“Mas eu não creio que (o Instagram) estimule a experimentação. Ele estimula um processo preguiçoso de processar a imagem utilizando somente um clique.” A minha própria conta de Flickr possui imagens que parecem ter sido feitas com os algoritmos retrô do Instagram, mas não o foram. As imagens não são digitais, foram todas criadas a partir de filme.

Elas são o resultado de uma década e meia de erros e tropeços. Técnicas como processo cruzado, para gerar mudanças de cores dramáticas, cores amenas ou acinzentadas obtidas com filme vencido ou cores desbotadas resultantes do uso de lentes tradicionais, que não se valeram de filtros modernos e realçadores de contrastes.

Os erros fizeram de mim um fotógrafo melhor. E os momentos em que tudo acaba dando certo valeram o suor. O filme é antigo e vencido e as cores são saturadas, mas o efeito depende das características daquele único frame e das limitações da câmera em que ele foi carregado. Nenhuma outra imagem se parecerá com aquela.

Nem todos os filtros do Instagram são de saltar aos olhos e nem todos os seus usuários seguem o caminho retrô. Alguns fotógrafos apenas dão um leve toque em suas imagens com o Instagram.

Aspecto social
Um desses neo-convertidos é Kevin Meredith, conhecido – no Instagram – como Lomokev, um autor, fotógrafo e professor baseado na cidade de Brighton, na Grã-Bretanha. “Uso o Instagram de uma maneira diferente da maneira como eu uso o negativo. As imagens de Instagram podem ser sobre o imediatismo do momento, quando quero que as pessoas saibam o que estou fazendo. Geralmente, mando minhas imagens de Instagram para o Twitter e o Facebook. Mas mantenho a minha conta de Flickr para as fotografias de verdade que faço com filme ou com câmeras digitais”, afirma.

Meredith também acredita que o Instagram possa servir como uma ferramenta criativa. “Ele é criativo, afinal uma imagem que é feita por alguém antes mesmo de ser submetida a um filtro é única, ninguém nunca tirou aquela imagem antes, mesmo que outras muito semelhantes tenham sido feitas anteriormente.”

Outro fã do Instagram é a fotógrafa especializada em música Kate Booker. Ela usa o aplicativo ocasionalmente, em imagens registradas em câmeras digitais e com negativo. Para ela, o aspecto social do Instagram é outro ponto a favor do aplicativo. “Fico intrigada com o mundo dos outros e Instagram permite que você veja os usuários mais populares, siga pessoas e veja a vida de outras pessoas e suas perspectivas de uma forma muito simples.”

“As imagens transcendem linguagens e eu adoro o fato de que o Instagram seja usado internacionalmente e de que alguém no México possa subir uma imagem e você possa vê-la instantaneamente e ter uma ideia do que é o mundo delas. Da mesma forma, eu posso colocar alguma coisa e compartilhar, para que alguém possa conhecer o meu mundo.”

Meredith também acredita que o fato de o Instagram ter optado por sua estética retrô possa gerar uma outra coisa – o renascimento do filme. “Há muitas pessoas por aí que usam smartphones para tirar fotos e usam aplicativos para torná-las mais atraentes. Mas há também aqueles que querem mergulhar nos filmes.”